<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980</id><updated>2011-12-10T11:32:54.859-03:00</updated><title type='text'>Turismo, meio ambiente  e desenvolvimento regional</title><subtitle type='html'>Com enfoque no contexto SEMIÁRIDO cearense, este blog tem o objetivo de divulgar as idéias, as realizações, as pesquisas e as demais atividades do Grupo de Pesquisa formado pelos professores das ciências sociais, sociais aplicadas e ambientais do IFCE (Campus Quixadá).</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>43</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-5851161037144768572</id><published>2011-12-07T08:43:00.000-03:00</published><updated>2011-12-07T08:43:35.858-03:00</updated><title type='text'>I Colóquio das Montanhas Famosas do Ceará</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-dvvbrenebZA/Tt9QzjqInhI/AAAAAAAAAEM/g5zqnA_FUgw/s1600/Figura1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="270" width="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-dvvbrenebZA/Tt9QzjqInhI/AAAAAAAAAEM/g5zqnA_FUgw/s400/Figura1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;DIA 13 DE DEZEMBRO DE 2011.&lt;br /&gt;HOTEL BELAS ARTES - QUIXADÁ - CE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participação do Professor Joselito Brilhante com a palestra EMPREENDEDORISMO, SUSTENTABILIDADE E ORGANIZAÇÃO SOCIAL.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-5851161037144768572?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/5851161037144768572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=5851161037144768572' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/5851161037144768572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/5851161037144768572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2011/12/i-coloquio-das-montanhas-famosas-do.html' title='I Colóquio das Montanhas Famosas do Ceará'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-dvvbrenebZA/Tt9QzjqInhI/AAAAAAAAAEM/g5zqnA_FUgw/s72-c/Figura1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-8484914225642031236</id><published>2011-12-06T17:59:00.001-03:00</published><updated>2011-12-07T08:29:57.135-03:00</updated><title type='text'>COMÉRCIO DE ÁGUA BRUTA EM QUIXADÁ</title><content type='html'>Por Joselito Brilhante* e Rafael Abreu**&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As companhias responsáveis pelo processo de distribuição de água em aglomerações urbanas costumam subdividi-las em setores de abastecimento para regularizar o fornecimento. Na cidade de Quixadá essa situação é recorrente até os dias atuais, em pleno século XXI, pela falta de políticas públicas de investimentos em adução, reserva e distribuição da água. Nessas condições, o abastecimento de água é feito através da retirada de água de poços profundos perfurados em diferentes localidades periféricas e distribuída por meio de carroças de tração animal. O trabalho foi realizado na cidade de Quixadá, na região do Sertão Central do Ceará, no período de setembro de 2010 a fevereiro de 2011. Inicialmente foi feita uma pesquisa identificando os carroceiros que faziam o transporte de água e, então, foram feitas entrevistas com um questionário contendo os seguintes questionamentos: número de viagens por dia, volume de água transportado, tipo de container utilizado, preço cobrado pelo litro de água, distância do ponto de coleta ao ponto médio de venda e a existência de alguma associação de carroceiros.. A água comercializada é transportada em carroças com reservatórios de madeira em formato de barril com capacidade de 800 litros ou em reservatórios plásticos com capacidade de 1.000 litros. Os carroceiros compram a água diretamente dos proprietários das áreas onde os poços estão perfurados ou de donos de caminhões pipa com o preço variando entre R$ 7,00 para reservatórios de 800 litros a R$ 9,00 para reservatórios de 1.000 litros. A venda ao consumidor final é feita em domicílio para abastecimento de cisternas, em latas com capacidade de 18 litros ao preço de revenda de R$ 0,50 a R$ 0,75, variando em função da distância e qualidade da água. São 99 carroceiros que transportam um volume médio de água comercializado de 116 mil litros diários. As distâncias percorridas pelos carroceiros variam em função do ponto de captação e o local de moradia do carroceiro. Quase todos optam por vender água em domicílios próximos do ponto de captação para reduzir custos com a manutenção do animal e pelo menor tempo operacional. A comercialização de água bruta na cidade de Quixadá é uma atividade intermediada, desregulamentada e de baixíssima lucratividade, mas que envolve muitas famílias e ainda se torna necessária pelo desabastecimento ou abastecimento inadequado da Cagece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Professor do IFCE - Campus Quixadá&lt;br /&gt;** Aluno do Curso Tecnologia em Agronegócio (IFCE-Campus Quixadá)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-8484914225642031236?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/8484914225642031236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=8484914225642031236' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/8484914225642031236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/8484914225642031236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2011/12/comercio-de-agua-bruta-em-quixada.html' title='COMÉRCIO DE ÁGUA BRUTA EM QUIXADÁ'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-1845740565335146298</id><published>2011-11-13T17:47:00.000-03:00</published><updated>2011-11-13T17:47:31.761-03:00</updated><title type='text'>Alunos apresentam suas pesquisas no INICIT-JR</title><content type='html'>Em Maracanaú, nos dias 09, 10 e 11 de novembro deste ano, realizaram-se os encontros de pesquisa do Instituto Federal do Ceará. Estudantes e pesquisadores dos Campi de todo o Ceará participaram de palestras e apresentações de trabalhos de vários níveis (ensino médio, graduação e pós-graduação).&lt;br /&gt;Orientados pelos professores Alexandre Queiroz e Lucas da Silva, bolsistas de Iniciação Científica/JR do curso técnico de Guia de Turismo apresentaram os resultados de suas pesquisas financiadas pela FUNCAP e pelo Campus Quixadá. Os alunos Haulivan Ferreira, Daniel de Oliveira, Fabrícia Costa e Fiama Barbosa pesquisam temas variados: gestão dos recursos hídricos no semiárido, potencial turístico da paisagem do Sertão Central, e a geografia do Centro Urbano de Quixadá.&lt;br /&gt;Os alunos demonstraram grande esforço e bom desempenho durante toda a pesquisa. Os mesmos consideram essa oportunidade fundamental para a ampliação dos horizontes da sua formação técnica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-1845740565335146298?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/1845740565335146298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=1845740565335146298' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/1845740565335146298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/1845740565335146298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2011/11/alunos-apresentam-suas-pesquisas-no.html' title='Alunos apresentam suas pesquisas no INICIT-JR'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-6967278788476475716</id><published>2011-09-19T15:27:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T15:27:29.250-03:00</updated><title type='text'>Informação, saber ou experiência?</title><content type='html'>Resenha do texto do autor Bondía, Jorge Larrosa. &lt;i&gt;Notas sobre a experiência e o saber de experiência. Revista Brasileira de Educação&lt;/i&gt;. Campinas, pp. 20-31, 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Débora Garcia&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu texto, Notas sobre a experiência e o saber de experiência (2002), Jorge Larrosa Bondía referencia o homem como um ser de informação e saber, dotando-lhe de uma condição de um ser que vive e estabelece vínculos diversos. Um modo de ser daquele sujeito como realidade concreta, referenciando-lhe como medida de uma vivencia que se estabelece a partir dos saberes quer científicos ou empíricos que objetivam a vida, o trabalho e a expressão, contudo sem necessariamente convocar elementos da experiência.&lt;br /&gt;Diariamente buscamos compreender objetivamente os processos que nos rodeiam. Recebemos as informações, refletimos sobre estas e cunhamos nossas opiniões. Desta forma, nos posicionamos frente as mais diversas questões: econômicas, ambientais, religiosas, políticas, sociais, familiares, pessoais etc. &lt;br /&gt;Contudo, por vezes parece que ao opinar nossos posicionamentos não passam de mera retórica, um texto criado ou um “já ouvi isto antes”. Assim dar o parecer não é somente raciocinar, exprimir ou argumentar, como nos tem sido ensinado algumas vezes, mas é sobretudo dar sentido ao que falamos e ainda ao que somos e ao que nos acontece. E isto, requer de nós, sujeitos racionais, bem mais que palavras, informações e saberes uma vez que perpassa pela experiência (ou deveria). &lt;br /&gt;Bondía (p. 28) considera que a experiência é o que nos passa, o que nos acontece, o que nos toca. Não o que se passa, não o que acontece, ou o que toca. A cada dia ocorrem inúmeros fatos, porém, ao mesmo tempo, quase nada nos acontece. Walter Benjamin (1991) já observava a pobreza de experiências que caracteriza o nosso mundo contemporâneo. Dir-se-ia que tudo o que se passa está organizado para que nada nos aconteça. Nunca se passaram tantas coisas, mas atualmente a experiência é cada vez mais rara.&lt;br /&gt;Por certo, esta raridade se dá devido aos excessos de informação, a incessante busca pelo saber (saber não no sentido de sabedoria, mas no sentido de estar informado e assim expor aos outros como forma de poder); aos excessos de opiniões supostamente próprias, que na verdade, geralmente convertem em imperativos; e finalmente, devido a falta de tempo uma vez que tudo o que se passa, passa demasiadamente depressa, cada vez mais rápido. E com isso se reduz ao estímulo fugaz e instantâneo. O sujeito da atualidade não só está informado e opina, mas também é um consumidor voraz e insaciável de notícias, de novidades, um curioso eternamente insatisfeito. Ao sujeito do estímulo, da vivência pontual, tudo o atravessa, tudo o excita, tudo o agita, tudo o choca, mas nada lhe acontece. (Bondía, p.24)&lt;br /&gt;Desta forma, o que conseguimos é que nada ou muito pouco nos aconteça...enquanto experiência. Senão, vejamos: Depois de assistir a uma aula ou a uma conferência, depois de ter lido um livro ou uma informação, depois de ter feito uma viagem ou de ter visitado uma cidade, podemos dizer que sabemos coisas que antes não sabíamos, que temos mais informação sobre alguma coisa; mas, ao mesmo tempo, podemos dizer também que nada nos aconteceu, que nada nos tocou, que com tudo o que aprendemos nada nos sucedeu ou nos aconteceu.&lt;br /&gt;No entanto, preciso dizer que não perdemos a capacidade de experenciar. Apenas a preterimos por outras induções, neste texto, acima listadas. A experiência é em primeiro lugar um encontro ou uma relação com algo que se experimenta, que se prova a partir de um ser receptivo, aberto, disposto a conhecer o perigo. E o perigo está em, fundamentalmente, saber mediar o saber cientifico, tecnicista, do trabalho e da vida humana para além dos valores utilitaristas, hoje rotineiramente experimentados. (Bondía, p.27)&lt;br /&gt;Por isso, o saber da experiência é um saber particular, subjetivo, pessoal. Não devemos captá-lo aos olhos da racionalidade. A experiência não é o que acontece, mas o que nos acontece. Duas pessoas, ainda que enfrentem o mesmo acontecimento, não fazem a mesma experiência. O acontecimento é comum, mas a experiência é singular e de alguma maneira impossível de ser repetida. O saber da experiência é um saber que não pode separar-se do indivíduo. (Bondía, p.29)&lt;br /&gt;Concluindo, cabe a cada um de nós, sujeitos racionais, no diário combate entre nós e o mundo, preferimos o mundo. Optando não pelo sujeito perfeccionista, ereto, seguro de si, anestesiado. Pelo contrario, resgatando nossas fragilidades, valores e virtudes outrora tão enaltecidos em nossa historia. Atravessados por informações, saberes e experiências precisamos verdadeiramente travar nossas lutas frente às questões: econômicas, ambientais, religiosas, políticas, sociais, familiares, pessoais etc. E a partir daí então, emitir nosso parecer e agir de maneira mais efetiva frente a todas as questões da vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-6967278788476475716?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/6967278788476475716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=6967278788476475716' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/6967278788476475716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/6967278788476475716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2011/09/informacao-saber-ou-experiencia.html' title='Informação, saber ou experiência?'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-5481026370183051467</id><published>2011-09-12T09:05:00.000-03:00</published><updated>2011-09-12T09:05:24.853-03:00</updated><title type='text'>Museus, Patrimônio Cultural e Turismo: conexão possível e desejada.</title><content type='html'>Por Aterlane Martins&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O título deste breve texto é apenas uma indicação da temática que pretendo abordar nesta e nas publicações seguintes que farei em nosso blog; se, contudo, salto à sequência iniciada nos textos anteriores sobre as políticas de patrimonialização dos bens culturais no Brasil (Tombamento e Registro) e inicio um novo capítulo, de algum modo, mantenho as conexões com o tema do patrimônio cultural. &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v47xBU2OIvg/TUH06tfBhKI/AAAAAAAABDE/6628uCPNDXM/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="200" width="252" src="http://3.bp.blogspot.com/_v47xBU2OIvg/TUH06tfBhKI/AAAAAAAABDE/6628uCPNDXM/s1600/1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No vasto campo do Turismo, seja como disciplina acadêmica, seja como prática profissional ou atividade econômica, aquele segmento denominado “turismo cultural” é o que certamente considera o potencial do Patrimônio Cultural e mais especificamente dos Museus como indutores de destinos turísticos, portanto o nosso foco.&lt;br /&gt;Devo fazer algumas considerações sobre os Museus, sem, contudo, alongar-me neste campo cultural especifico, a fim de tangenciar os diversos aspectos de sua natureza múltipla: campo de estudos, de prática profissional e de desenvolvimento sócio-econômico através da cultura – porquê, não? Afinal, esta tem sido a perspectiva mais acertada da política museal que vem sendo implantada no Brasil nesta última década.&lt;br /&gt;Por definição, segundo o Conselho Internacional de Museus – ICOM, o museu é:&lt;br /&gt;“uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e de seu desenvolvimento, aberto ao público, voltado à pesquisa dos testemunhos materiais do homem e de seu entorno, que os adquire, conserva, comunica e, notoriamente, expõe, visando a estudos, à educação e ao lazer”.&lt;br /&gt;Partindo desta definição reforçamos nosso entendimento que o museu pode ser instrumento indutor do turismo, como já vimos afirmando. Nosso primeiro ponto de apoio é afirmar que o aspecto cultural, o educativo e o lúdico podem ser amplamente explorados, sempre em via de mão dupla (sociedade local – turistas), com vistas à qualificação da oferta turística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o turista, e antes deste para os operadores do Turismo, o museu pode e deve ser visto como atrativo em seu planejamento de viagem – ou no pacote ofertado. Essa opção certamente enriquece a oferta, visto que os museus podem satisfazer diversas necessidades do público que os visita como, proporcionar momentos de educação, entendida aqui como aprendizado não-formal, aquele que satisfaz a sede de conhecimento extra-curricular, que se vincula ao cotidiano e à realidade pessoal do indivíduo. &lt;br /&gt;Uma visita ao museu pode possibilitar um conhecimento mais abrangente sobre a realidade local a qual se visita, e isto é indispensável à satisfação do turista que tem finalidades culturais. Este pode ser um ponto de partida para uma exploração justa e consequente do território.&lt;br /&gt;Ademais, o museu pode proporcionar momentos de deleite ao seu público, seja apenas pela contemplação das obras expostas ou pelos serviços específicos que ele oferece. Este é um ponto interessante para se abrir a reflexão sobre esta desejável e possível conexão entre museus e turismo. O campo é amplo e está aberto às nossas especulações. Este é justamente o objetivo de nosso próximo texto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-5481026370183051467?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/5481026370183051467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=5481026370183051467' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/5481026370183051467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/5481026370183051467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2011/09/museus-patrimonio-cultural-e-turismo.html' title='Museus, Patrimônio Cultural e Turismo: conexão possível e desejada.'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_v47xBU2OIvg/TUH06tfBhKI/AAAAAAAABDE/6628uCPNDXM/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-7937988202562858100</id><published>2011-08-04T16:27:00.001-03:00</published><updated>2011-08-05T09:35:41.636-03:00</updated><title type='text'>Se essas ruas fossem nossas...</title><content type='html'>Por Alexandre Queiroz Pereira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade é lugar privilegiado para o exercício da cidadania. Todavia, o virtual está bem distante do real. Um dos primeiros indicadores desta perversão teórica e legal se mostra ao analisar o uso e a apropriação dos espaços públicos nas cidades cearenses. &lt;br /&gt;Mesmo reguladas por leis e fiscalizadas por instituições, as praças, as calçadas, e os parques são continuamente apropriadas por atividades que restringem o livre acesso a pequenos grupos. As leis, como mencionado, existem: Estatuto das Cidades, plano diretor, lei de uso e ocupação do solo, código de obras e posturas. As municipalidades, principais responsáveis pela fiscalização e manutenção, em maioria são inoperantes, aguardam pacientemente a depredação do patrimônio público ou, com mais tolerância ainda, observam a “privatização” dos espaços. A situação tem se repetido a tal ponto que os cidadãos, afastando-se dos seus direitos, começam a acostumar-se, acreditando na pseudonormalidade desta situação. &lt;br /&gt;Henri Lefebvre, filósofos francês, já nos 1960, avisou: para uma sociedade melhor, é urgente que o direito à cidade seja amplo e irrestrito. O pensador acreditava no papel lúdico dos espaços citadinos, demarcando a rua como lugar da Festa. Para ele, Festa é sinônimo de liberdade, de cultura, de movimentação popular. Isso é a Festa.&lt;br /&gt;Na atualidade, a conquista dos espaços públicos e a sua abertura a apropriação popular é um bom caminho para revermos nossos conceitos de cidadania e participação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-7937988202562858100?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/7937988202562858100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=7937988202562858100' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/7937988202562858100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/7937988202562858100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2011/08/se-essa-ruas-fossem-nossas.html' title='Se essas ruas fossem nossas...'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-8149939731822906912</id><published>2011-06-25T17:41:00.000-03:00</published><updated>2011-06-25T17:41:03.169-03:00</updated><title type='text'>Unidades de Conservação e o Desenvolvimento Sustentável</title><content type='html'>Por Ana Cristina Fernandes Muniz*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os recursos naturais são cada vez mais utilizados, a fim de proporcionar conforto e qualidade de vida para as diversas sociedades. Atualmente, busca-se a proteção destes, com o objetivo de proteger os recursos bióticos, bem como conservar os recursos físicos e culturais é nessa perspectiva que se utiliza as Unidades de Conservação (UCs) para a conservação dos recursos naturais existentes em determinado meio biótico.&lt;br /&gt;Ao falarmos em Unidades de Conservação, se percebe que sempre vem a nossa mente um lugar qualquer com características naturais e de rara beleza. Afinal de contas, conceitualmente, o que define uma Unidade de Conservação. Conceitualmente falando, UCs são: “Áreas criadas por Lei com o objetivo de proteger o meio ambiente, podem ser terrestres, marinhas e estão na esfera federal, estadual e municipal”. &lt;br /&gt;Historicamente a primeira Unidade de Conservação criada foi o Parque Nacional de Yellowstone, no estado de Wyoming nos Estados Unidos em 1872. Nessa época valorizava-se a natureza a partir de uma noção de pertencimento e também de prazer da contemplação estética. Depois de Yellowstone apareceram muito outros também alinhados na mesma concepção preservacionista da natureza.&lt;br /&gt;Nesse período, na Europa, como era quase impossível falar de áreas virgens, os parques foram instituídos para a pesquisa da fauna e flora. Em princípio não havia uma definição totalmente aceita do que deveriam ser os objetivos dos parques nacionais, porém em 1933 em uma convenção em que participaram os principais países europeus (Portugal, França, Inglaterra, Alemanha, Itália e outros) estes objetivos foram traçados: Áreas controladas pelo poder público; Áreas para a preservação da fauna e flora, objetos de interesse estético, geológico, arqueológico onde a caça era proibida; Áreas para visitação pública.&lt;br /&gt;Foi Rebouças entre 1893-1898 que se tornou pioneiro no Brasil na criação de Unidades de Conservação e se inspirou no Parque de Yellowstone (EUA) para criar Parques Nacionais no Brasil. Com o Código Florestal de 1934 se estabeleceu o marco legal da criação dos Parques Nacionais, o mesmo sendo revogado pelo Código Florestal de 1965. Essa Lei trabalhou com os conceitos de Parques Nacionais e Reservas Biológicas (de proteção integral) e florestas nacionais (para uso sustentável), e instituiu alguns conceitos básicos, como: Áreas de Preservação Permanente / APP e Reserva Legal / RL. &lt;br /&gt;Foi em 1937 as UCs surgiram com os mesmo objetivos dos parques americanos, ou seja, os de proteger áreas consideradas virgens e de grande beleza paisagística para o deleite dos seus visitantes. Assim, o primeiro Parque Nacional foi oficialmente instituído em 1937 e se chamou Parque Nacional do Itatiaia.&lt;br /&gt;No Brasil a Lei Federal n° 9985/2000 instituiu o SNUC - Sistema Nacional de Unidades de Conservação que, vem de encontro à regulamentação do Art. 225, § 1º, incisos I, II, III e IV da Constituição Federal. Neste sistema conceituam-se como Unidades de Conservação como um “espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais com características naturais relevantes, legalmente instituídas pelo Poder Público”. Encontram-se divididas em duas categorias: Unidades de Conservação de Proteção Integral e Unidades de Conservação de Uso Sustentável.&lt;br /&gt;As Ucs de Proteção Integral tem na conservação da biodiversidade como principal objetivo, e possibilidade de uso indireto. Nesse caso, é proibido o uso dessas áreas para habitação, sendo permitidas apenas pesquisas científicas e o turismo ecológico controlado e são cinco categorias: Estação Ecológica; Reserva Biológica; Parque Nacional; Monumento Natural; Refúgio de Vida Silvestre.&lt;br /&gt;  Com relação às Ucs de Uso Sustentável nelas, se permitem formas de utilização dos recursos naturais, ou seja, uso direto da natureza, com a proteção da biodiversidade como objetivo secundário. Nessas áreas, procura-se manter os indivíduos residentes nas áreas, mas desenvolvendo formas de uso sustentável dos recursos e são em número de sete: Área de Proteção Ambiental; Área de Relevante Interesse Ecológico; Floresta Nacional; Reserva Extrativista; Reserva de Fauna; Reserva de Desenvolvimento Sustentável; Reserva Particular do Patrimônio Natural.&lt;br /&gt;Conforme previsto em Lei somente o legislativo tem o poder de diminuir as dimensões de uma unidade de conservação apesar, dá ao povo o direito de opinar sobre criação dessas Unidades de Conservação, porém o direito de diminuí-las ou extinguí-las fica a cargo dos governantes. &lt;br /&gt;Não resta a menor sombra de dúvidas que os conceitos e as formas de gestão das unidades de conservação evoluíram muito de alguns tempos até hoje, paralelamente as discussões a cerca do que é a Sustentabilidade Ambiental. As UC’s se apresentam como essenciais na busca pela preservação dos recursos naturais e surgem como uma ferramenta para projetos de educação ambiental e pesquisas científicas que desejam trabalhar de forma interdisciplinar fato este, que pode levar a sustentabilidade dessas unidades e não comprometer os recursos naturais existentes nessas áreas para, que a futuras gerações possam desfrutar desses bens naturais. Entretanto, para isso, precisam receber  atenção e recursos devidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Professora do IFCE – Campus Quixadá - Coordenação de Engenharia Ambiental - Doutoranda em Geografia (UFC) - Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA-UFC).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-8149939731822906912?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/8149939731822906912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=8149939731822906912' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/8149939731822906912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/8149939731822906912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2011/06/unidades-de-conservacao-e-o.html' title='Unidades de Conservação e o Desenvolvimento Sustentável'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-8572282365935800156</id><published>2011-06-08T20:06:00.000-03:00</published><updated>2011-06-08T20:06:22.058-03:00</updated><title type='text'>Uma aula de cultura e ecologia em Quixadá</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.ifce.edu.br/images/stories/Outras_noticias/ecotrilhas%20na%20fazenda%20da%20rachel%20de%20queiroz.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="213" width="517" src="http://www.ifce.edu.br/images/stories/Outras_noticias/ecotrilhas%20na%20fazenda%20da%20rachel%20de%20queiroz.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado originalmente no sitio www.ifce.edu.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O campus de Quixadá promoveu, nos dias 3 e 6 de junho, a IV edição do projeto Ecotrilhas. O primeiro dia do evento foi realizado na Fazenda Não me Deixes, onde morou a escritora cearense Rachel de Queiroz, no distrito de Daniel de Queiroz. Na atividade, 20 alunos do segundo semestre do curso técnico em Guia de Turismo conduziram outros 20 novatos do mesmo curso e, aproximadamente, 50 estudantes da Escola de Ensino Fundamental Francisca Teixeira, do distrito de Califórnia, por trilhas ecológicas na fazenda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo dia, foram percorridos caminhos urbanos pelo Centro de Quixadá. Entre os locais visitados, estiveram a Catedral Municipal, ruas históricas da cidade, a Praça José de Barros e o Memorial Rachel de Queiroz, localizado no Chalé da Pedra. A atividade integra a programação de aniversário do IFCE Quixadá, que completa três anos de fundação oficial no próximo dia 10 de junho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o professor e geógrafo Alexandre Queiroz Pereira, um dos coordenadores do evento, o Ecotrilhas combina as dimensões de ensino e extensão, ao treinar futuros guias de turismo e, ao mesmo tempo, envolver alunos das escolas públicas, geralmente de baixa renda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estudante Samarya Dantas, 12, da 8ª série da Escola Francisca Teixeira, foi uma das mais empolgadas ao conhecer a fazenda e a coleção de livros da romancista. “Achei a visita muito inspiradora, a casa dela incentiva a gente a escrever”, empolgou-se. “Vou sair daqui mais inspirada”, confessou a adolescente, dizendo gostar de “inventar histórias”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagem: Alunos conhecem casa onde morou Rachel de Queiroz (foto: Ícaro Joathan)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ícaro Joathan - campus de Quixadá&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-8572282365935800156?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/8572282365935800156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=8572282365935800156' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/8572282365935800156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/8572282365935800156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2011/06/uma-aula-de-cultura-e-ecologia-em.html' title='Uma aula de cultura e ecologia em Quixadá'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-972864021541978253</id><published>2011-05-25T08:59:00.001-03:00</published><updated>2011-05-26T08:46:51.259-03:00</updated><title type='text'>DA CRISE A EDUCAÇÃO AMBIENTAL</title><content type='html'>Por Lucas da Silva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sociedade atual passa por uma profunda crise civilizatória de caráter ambiental, provocada pela relação desastrosa entre a sociedade e o ambiente. Com seu desenvolvimento petardo, a sociedade tem provocado cenários de escassez dos recursos naturais e de impactos ambientais profundos, comprometendo a sadia qualidade de vida da atual e das futuras gerações. &lt;br /&gt;Segundo cálculos da pegada ecológica (refere-se à estimativa do tamanho das áreas produtivas de terra e de mar, necessária para gerar produtos, bens e serviços que sustentam o estilo de vida de cada um de nós), a humanidade está usando os recursos naturais renováveis 21% mais rápido do que a Terra leva para renová-la. Com esse quadro, seriam necessários os recursos de 1,21% planetas Terra para sustentar indefinidamente nossa produção e consumo atuais de recursos renováveis. Se continuarmos com esse ritmo de consumo e com a exploração excessiva dos bens naturais, chegaremos a um colapso ambiental. &lt;br /&gt;A pergunta fundamental é: há como evitar esse eminente colapso ambiental? A resposta é simples: sim! Para isso, temos que repensar nossos valores e atitudes, e criarmos uma cultura preservacionista e conservacionista, cunhando hábitos e valores que visem o uso sustentável dos recursos naturais com solo e água, que consistem nos bens de produção, seja nos espaços urbanos ou rurais. Estabelecer uma cultura ambiental é criar novos mecanismos de adaptação cultural, que nos permitam voltar a um ponto de relação harmônica ente natureza, ou seja, um ponto de equilíbrio, que tínhamos anteriormente. &lt;br /&gt;No entanto, para Rodriguez &amp; Silva (2009), o mais importante instrumentos de adaptação cultural é a Educação, pois só ela permite transmitir as características fundamentais da cultura, das técnicas e tecnologias vitais para a sociedade, encaminhada, deste modo, assimilar as normas e conteúdos básicos para consolidar a cultura. É com a educação que conheceremos, descobriremos novos sentimentos, valores, idéias, costumes e papéis sociais. &lt;br /&gt;A educação ambiental é um processo de aprendizagem relacionada à interação entre o homem e seu espaço, através de conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do seu meio. Visa também formar valores ambientais, ou ainda, “valores verdes” contrapondo aos atuais valores da modernidade. &lt;br /&gt;Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, no ambiente escolar o aluno deve perceber-se integrante, dependente e agente transformador do ambiente, identificando seus elementos e as interações entre eles, contribuindo ativamente para a melhoria do meio ambiente, sendo este o mais propício para a prática da Educação Ambiental. A Política Nacional de Educação Ambiental (E.A.) prevê obrigatoriedade da inclusão do ensino da E.A. no ensino regular de todos os níveis e modalidade de ensino, seja como disciplina regular ou de forma transversais. &lt;br /&gt;No entanto, como preconiza a concepção da educação ambiental ético-social, não basta só os conhecimentos da educação formal, como também aqueles adquiridos fora da escola, ou seja, em seu meio de convivência, transformando-se em indivíduos críticos, capazes de entender e transformar o mundo e a sociedade. Através de pequenos gestos e “práticas verdes”, como por exemplo: reduzir a produção do seu lixo, economizar água e energia, não adquirir produtos ou equipamentos com alta capacidade de polir, você estará praticando a Educação Ambiental.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-972864021541978253?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/972864021541978253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=972864021541978253' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/972864021541978253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/972864021541978253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2011/05/da-crise-educacao-ambiental.html' title='DA CRISE A EDUCAÇÃO AMBIENTAL'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-6361682483341153804</id><published>2011-05-12T10:27:00.000-03:00</published><updated>2011-05-13T17:48:09.760-03:00</updated><title type='text'>E o lazer? Uma questão para o Guia de turismo.</title><content type='html'>Por Daniel Pinto Gomes*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá, ó mundo! Olá colegas e amigos do Quixadá! Venho neste texto expor um pouco sobre as ações e re-flexões que constroem a disciplina de Dinâmica e Lazer do curso de formação técnica em Guiamento turístico do Instituto Federal do Ceará – Campus Quixadá. Muito bem, como já venho colaborando com este site há algum tempo, convém (re) lembrar aos interessados que outras temáticas foram anteriormente desenvolvidas em Manifesto no/do lazer e Brinquedos da memória: o melhor da infância. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o início das aulas de Dinâmica e Lazer no semestre 2011.1, me pus a refletir sobre os conceitos e atividades desenvolvidas pela mesma disciplina no semestre anterior. Em forma de superação do que muitas pessoas podem pensar sobre a abordagem do lazer numa formação técnica, fomos à busca de ir além do saber-fazer clientelista, apontado por aqueles que almejam uma formação meramente “empreendedora”, tomando como objetivo principal condicionarmos criticamente nosso próprio olhar-pensar sobre o que-fazer revolucionário característico das atividades de lazer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fácil seria para o guia de turismo gritar em leilão e vender “alegria”, “diversão” e “aventura”, todos embrulhados para consumo fetichizado e alienado de nosso tempo livre (um direito social que nestes moldes, dura pouco, custa caro e tem somente provocado uma hegemonização das práticas de lazer). Lembro ainda da exclusão social dada por conta da comercialização e privatização do lazer e seus espaços. Shopping Center, Fast Foods, Coffee Break, Play-Grounds, enfim, já está tudo pronto, a nós resta à aplicação nas cadernetas de poupança e o consumo conforme incita a “cama elástica”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, há ainda alguns por aí que permanecem na comensurada ilusão de que quanto mais se comercializa mais “se cresce”, quanto mais mercadoria se tem mais se ganha, quanto mais é descartável o lazer mais se vende uma moda, confunde-se o progresso com o regresso, confunde-se o sujeitar-se com a emancipação, confunde-se inclusive produção e consumo. Antes de se vender é preciso se valorizar, antes de querer atrair é preciso se reconhecer, antes de tudo é preciso ter identidade comunitária. Mas, como aprofundar uma discussão sobre o lazer que o perceba, como queria Dumazedier, como um tempo de revolução cultural? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O guia de turismo com seus problemas de profissionalização, formação e responsabilidade social, estão nos servindo como mote de discussão na disciplina de Dinâmica e Lazer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em O direito à preguiça Paul Lafargue nos fala sobre o dogma desastroso do trabalho, sobre as “bênçãos” ao trabalhador causado pela carga excessiva de trabalho e ainda sobre as mazelas que se seguem a superprodução no trabalho. Disso ressurgimos, e quais as doenças oriundas do trabalho cotidiano dos guias de turismo? E, quais os prejuízos provocados às comunidades visitadas pela superprodução encomendada ao Guia de turismo? &lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a 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/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também temos tratado de diferenciar lazer e jogo, ou lazer e lúdico, caminhando rumo às classificações destas atividades. Entendendo o lazer como tempo-livre, como tempo de não-trabalho, se abriu margem para pensarmos no fim do dia, no fim de semana, nas férias e na aposentadoria, e, compreendendo o lúdico como a significação diferida entre a alegria, o divertimento e a tensão, como quer Huizinga, abrimos espaço para reconhecermos os jogos de competição, os jogos de apostas, os jogos de representações e os jogos de vertigem, apontados por Roger Caillois.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Discutimos, ainda, sobre a importância e os valores que podem repercutir para uma cidade a composição de um Sistema Urbano de Recreação. Com o fim de nossa primeira etapa, que considero uma base conceitual para nosso segundo momento, passaremos adiante com as discussões sobre planejamento de atividades de lazer para grupos de turistas. Oficinas de atividades lúdicas, seminários temáticos e analise das práticas de lazer da região, estão entre as ações planejadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Graduado em Educação Física (UECE), Especializando em Cultura folclórica aplicada (IFCE) e mestrando em Educação brasileira (UFC). Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE - Campi Quixadá) atuando nas seguintes áreas: Lazer, Cultura e Educação Física. danielpintogomes@hotmail.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-6361682483341153804?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/6361682483341153804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=6361682483341153804' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/6361682483341153804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/6361682483341153804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2011/05/e-o-lazer-uma-questao-para-o-guia-de.html' title='E o lazer? Uma questão para o Guia de turismo.'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-2505611189659250828</id><published>2011-04-24T13:33:00.001-03:00</published><updated>2011-04-24T13:35:50.163-03:00</updated><title type='text'>ECOTRILHAS - 4ª EDIÇÃO!!!!!</title><content type='html'>Por Francisca Góis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Projeto Ecotrilhas: caminhos de Quixadá chega a sua quarta edição em 2011. Desta vez a proposta é estender a experiência aos alunos que estudam fora do centro de Quixadá, por isso os participantes serão alunos da Escola de Ensino Fundamental Francisca Teixeira situada no Distrito de Califórnia. Outro diferencial está no roteiro ecológico do Projeto. Nas edições anteriores esse trecho era realizado no entorno do Açude do Cedro, nesta edição prestigiaremos a oferta de atrativos naturais existentes nas proximidades da Escola. Neste caso, visitaremos, no Distrito vizinho de Daniel de Queiroz, a Fazenda Não me Deixes onde viveu Raquel de Queiroz, atualmente Reserva Particular do Patrimônio Natural.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-asMjvzfhvpM/TbRQXCzXoBI/AAAAAAAAADk/kOETXRMvpaw/s1600/DSC04511.JPG" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="240" width="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-asMjvzfhvpM/TbRQXCzXoBI/AAAAAAAAADk/kOETXRMvpaw/s320/DSC04511.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O roteiro urbano continuará contemplando o centro urbano de Quixadá, porém com um olhar cada vez mais aguçado sobre a dinâmica do centro da cidade. O evento acontecerá no período da manhã dos dias 03 de junho (roteiro ecológico) e 06 de junho (roteiro urbano) e envolverá entre alunos e professores do Ensino Fundamental e Técnico, cerca de 80 pessoas. A condução será responsabilidade dos alunos do segundo semestre do Curso Técnico de Guia de Turismo do Instituto Federal campus de Quixadá, supervisionado pelos professores do curso: Alexandre Queiroz, Francisca Góis e Lucas da Silva.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-2505611189659250828?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/2505611189659250828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=2505611189659250828' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/2505611189659250828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/2505611189659250828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2011/04/ecotrilhas-4-edicao.html' title='ECOTRILHAS - 4ª EDIÇÃO!!!!!'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-asMjvzfhvpM/TbRQXCzXoBI/AAAAAAAAADk/kOETXRMvpaw/s72-c/DSC04511.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-2199917904124311119</id><published>2011-04-03T13:38:00.002-03:00</published><updated>2011-04-03T13:49:26.196-03:00</updated><title type='text'>TOMBAMENTO: A PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO DE VIÇOSA DO CEARÁ</title><content type='html'>Escrito por Mirza Araújo Mapurunga(1) e Amaury Gurgel Neto(2) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viçosa do Ceará encontra-se em meio a um santuário ecológico e se destaca por sua natureza exuberante caracterizada por belas paisagens associada ao seu agradável clima de serra. A cidade não é só conhecida por seus atrativos naturais, mas também pelo seu conjunto de edificações que datam do final do século XIX e inicio do século XX, o que levou ao tombamento do seu sítio histórico em agosto de 2003, sendo o quarto sítio histórico tombado no Ceará.&lt;br /&gt; Nesse contexto Paiva (2004), destaca a beleza de suas ruas e de seus casarões, a riqueza de sua igreja matriz e muitas outras edificações que foram conservadas e nos mostram como viviam as gerações passadas, ressaltando que esta é um importante exemplar desta época.&lt;br /&gt; O tombamento vem configurar o reconhecimento do valor de um bem, onde este represente valor histórico - cultural para a comunidade, protegendo-o de descaracterização ou destruição. O bem antes de ser considerado tombado passa por criteriosos estudos acerca do seu valor histórico. Detectada a sua importância e excepcionalidade, passa a ser registrado no Livro de Tombo onde constam os bens materiais e imaterias que representem significativo valor histórico, artístico, paisagístico ou simbólico.&lt;br /&gt; O processo de tombamento pode ser feito através de três meios: pela União através do IPHAN, pelo Estado e pelo Município. A Constituição de 1988 estabelece a descentralização administrativa no que se relaciona a preservação e proteção do patrimônio cultural brasileiro. Como nos esclarece Castro (2009), o tombamento é um ato administrativo no qual a competência para exercê-lo foi designada por lei a órgãos específicos do Poder Executivo, como esta prevista no Decreto-lei 25/37.&lt;br /&gt; O tombamento do seu sítio histórico foi realizado através de extensa pesquisa, que resultou num processo de quatro volumes intitulados: Viçosa do Ceará - Estudo para Tombamento Federal. O primeiro volume refere-se ao estudo do conjunto arquitetônico e urbanístico da cidade, no segundo foi realizado um levantamento fotográfico, o terceiro resultou num inventário de 21 imóveis e o quarto destes foi dedicado aos perfis das quadras.&lt;br /&gt; Algumas ações devem ser geridas para que se possa realizar um trabalho de preservação contínuo e tendo a comunidade local como agente imprescindível nesse processo. Para isso deve-se desenvolver uma educação patrimonial, para promover a valorização e a preservação do Patrimônio Histórico da cidade, onde busque levar a crianças e adultos a um processo ativo de conhecimento, apropriação e valorização de sua herança cultural, capacitando-os para um melhor usufruto destes bens e propiciando as gerações seguintes o conhecimento de suas raízes e de sua identidade cultural; esclarecer de forma mais explicita as implicações que acompanham o tombamento e fortalecer os benefícios que esta ação poderá trazer, e promover o desenvolvimento da atividade turística local em consonância com a realidade de suas potencialidades, como se observa nas cidades históricas mineiras que apresentam um turismo histórico consolidado. &lt;br /&gt;                   A percepção é que as lacunas existem, mas podem ser preenchidas com ações integracionistas e esclarecimentos acerca das medidas tomadas no intuito de preservar e conservar o patrimônio histórico cultural da cidade, que esta diretamente relacionada à identidade de seu povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1)   Bacharel do Curso de Turismo da Faculdade Integrada do Ceará-FIC, mi_mapurunga@hotmail.com&lt;br /&gt;(2)  Bacharel em Turismo pela Universidade de Fortaleza; Mestre Negócios Turísticos pela Universidade Estadual do Ceará e Universidade de Barcelona; Professor da Faculdade Integrada do Ceará – FIC e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará. amaurygurgel@ifce.edu.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CASTRO, Sônia Rabelo de; O Estado na preservação de bens culturais. Rio de Janeiro: IPHAN, 2009.&lt;br /&gt;IPHAN; Viçosa do Ceará Estudo para Tombamento Federal Vol. 1 Fortaleza: IPHAN, 2002.&lt;br /&gt;IPHAN; Viçosa do Ceará – Estudo para Tombamento Federal Vol. 3 Fortaleza: IPHAN, 2002.&lt;br /&gt;PAIVA, Olga Gomes; LINHEIRO, Domingos Cruz; JUNIOR, Romeu Duarte.  Viçosa do Ceará: patrimônio de todos: roteiro para preservação do Patrimônio Cultural. Fortaleza: IPHAN, 2004.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-2199917904124311119?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/2199917904124311119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=2199917904124311119' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/2199917904124311119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/2199917904124311119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2011/04/tombamento-preservacao-do-patrimonio.html' title='TOMBAMENTO: A PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO DE VIÇOSA DO CEARÁ'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-6177251563442913706</id><published>2011-03-12T14:34:00.001-03:00</published><updated>2011-03-12T14:37:25.678-03:00</updated><title type='text'>Estudo qualitativo sobre as viagens turísticas na contemporaneidade (Resultados da pesquisa)</title><content type='html'>Débora Garcia, professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (campus Quixadá) recentemente apresentou para comunidade acadêmica os resultados da pesquisa que teve como objetivo investigar o sentido da experiência das viagens para turistas em fruição de pacotes turísticos em viagem de cruzeiro marítimo pelo roteiro Fernando de Noronha. Através da pesquisa, a autora buscou ainda investigar o que configura turismo no contexto da sociedade contemporânea; determinar os sentidos que o turista concede às suas viagens no momento presente; e expor as possibilidades subjetivas das viagens turísticas com base nas potencialidades de ócio para os sujeitos da pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão central da análise executada acerca do sentido da experiência das viagens para turistas em fruição de pacotes turísticos reflete-se nos variados comportamentos assumidos pelos sujeitos, dentre eles, em relação às práticas de lazer experienciadas pelos turistas em meio ao exacerbado consumismo contemporâneo, não só em âmbitos comerciais, mas também relacionais. Desde o momento anterior à viagem, quando os sujeitos normalmente não agem de maneira autônoma, tomando para si os sentidos de seus lazeres, passando pela escolha dos destinos, frequentemente direcionados pelo mercado das viagens, denotado nos glamorosos ambientes e espaços físicos, até o comportamento dos turistas nas viagens, constantemente, são refletidas posições que permeam as dimensões diversão, entretenimento, consumo, experenciar novidades e fuga do cotidiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como resultados, constatou-se que a privação de autonomia mediante as experiências de viagem por parte dos sujeitos da sociedade contemporânea pode contribuir para a vulgarização do sentido essencial da viagem turística, uma vez que, pelas vivências experimentadas em pacotes turísticos, os resultados observados frequentemente demonstram-se perpassados por lógicas utilitaristas e consumistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evidencia-se nos estudos de Bauman (1998), a existência de aspectos característicos da contemporaneidade, os quais compõem sinais próprios de nosso período histórico, a saber: identidades fluidas, consumo abundante, hedonismo, relativismo dos valores morais e frivolidade existencial. Corroborado ainda por Lipovetysk (2007), que por sua vez elenca aspectos da mercantilização dos modos de vida, a dinâmica de expansão das necessidades se prolonga, ou seja, multiplicidade das experiências, onde o bem-estar se tornou uma paixão de massa por meio de consumidores com características individualistas, identidades transitórias, numa ilimitada busca de satisfações emocionais imediatas e inovadoras. A lógica de consumo dissipa-se nas relações culturais, laborais, políticas, nas relações dos homens contemporâneos, em seus lazeres, nas suas viagens e nos mais diversos âmbitos de sua vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pressuposto inicial lançado sobre o presente estabelecimento de um mercado das viagens que define, organiza, formata e homogeneíza a experiência turística, confirmou-se tanto por meio das falas dos turistas entrevistados, como por intermédio dos dados apresentados visto que identificou-se diversos viajantes do cruzeiro marítimo, seduzidos não pelas possíveis experiências, mas pelas inúmeras opções ofertadas pelo mercado, assim limitando a noção de liberdade à reposição de energia para voltar ao trabalho, e ainda um tempo livre perpassado por inúmeras atividades de consumo isento de autonomia, vontade e momentos de autopercepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com referência aos sentidos que os sujeitos concedem à experiência de suas viagens, questão norteadora da pesquisa, evidenciou-se respostas que estão na dimensão do mercado das viagens: vivenciar novidades; realizar viagem em cruzeiro marítimo para Fernando de Noronha; desligar do cotidiano vivido; despreocupar, descansar e momento inesquecível, interessante, sensacional. O turismo, deste modo, constitui o seu paradigma social e sociológico atual, a forma de viagem dominante nas sociedades pós-modernas - a viagem, portanto, se reduzindo ao fenômeno turismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contraposição, mesmo diante de tantas observações de comportamentos funcionalistas e utilitaristas, constatou-se na viagem necessidades de interação e, também, momentos de contemplação na proa do navio, local afastado dos espaços onde ocorriam as atividades de entretenimento e consumo. Considerando que interagir e contemplar se configuram virtudes relevantes das viagens turísticas e que dificilmente voltamos iguais das viagens, visto que por meio delas nos é propiciado tornar mais tolerantes, sábios e menos individualistas. As viagens turísticas constituem um instrumento adicional de aprendizagem, talvez a forma mais forte e vigorosa de aprender, é uma forma lúdica de conhecer, aprender, refletir e daí acessar a si mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compreende-se também que o Turismo, considerado um dos mais importantes fenômenos humanos da pós-modernidade, precisa convocar novos paradigmas e diálogos a fim de propor reflexões a respeito do modelo de turismo que segue a lógica atual. A “indústria sem chaminés” necessita de reavaliações com arrimo nos elementos: humanização, desenvolvimento, expressão, poder criativo e livre escolha - para ser pensada e planejada  desde o contexto de uma humanização do turismo permitida por pessoas autônomas em suas vidas e viagens.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-6177251563442913706?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/6177251563442913706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=6177251563442913706' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/6177251563442913706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/6177251563442913706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2011/03/estudo-qualitativo-sobre-as-viagens.html' title='Estudo qualitativo sobre as viagens turísticas na contemporaneidade (Resultados da pesquisa)'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-8219622606292922363</id><published>2011-02-25T14:00:00.000-03:00</published><updated>2011-02-25T14:01:49.201-03:00</updated><title type='text'>EMPREENDEDORISMO CULTURAL DO PATRIMÔNIO EDIFICADO</title><content type='html'>Por Joselito Brilhante&lt;br /&gt;Professor do IFCE - Campus Quixadá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil, em virtude de sua extensão continental e da complexa formação étnica do seu povo, possui uma das mais ricas diversidades culturais do planeta, cujo acervo de obras arquitetônicas se espalha em quase todas as cidades.&lt;br /&gt;Nas últimas décadas, a exploração econômica do potencial dos diversos aspectos ligados ao patrimônio urbano arquitetônico passou a ser um dos caminhos alternativos para preservação dos mesmos. Principalmente as edificações que se localizam em espaços estratégicos para o turismo foram disponibilizadas para empreendedores ocuparem com negócios. Nelas, geralmente, foram instalados negócios relacionados ao turismo cultural, quando permitiam o acesso ao interior, e outros negócios quando interessava principalmente a preservação da fachada. Ambas gerando um extenso leque de oportunidades de geração de emprego e renda.&lt;br /&gt;Mas, se por um lado essa orientação empreendedora descortina oportunidades, principalmente para pequenos negócios, deve-se atentar para o risco de a exploração mercantil do espaço patrimonial se sobressair aos valores culturais. Com isso, todo esse processo empreendedor deve adotar a educação patrimonial e a responsabilidade social como critérios de sustentabilidade tanto quanto a elaboração do plano de negócios.&lt;br /&gt;É evidente que o patrimônio possibilita vantagens comparativas e também competitivas em projetos de desenvolvimento local. Assim, a preservação do patrimônio urbanístico arquitetônico agrega valor às peculiaridades ambientais e culturais, sobretudo em projetos de turismo de base local.&lt;br /&gt;O empreendedorismo cultural que tem como proposta a implantação de empreendimentos nos espaços patrimoniais deve ter como marco a sustentabilidade em todas as suas dimensões.&lt;br /&gt;Um modelo de desenvolvimento local centrado na apropriação empreendedora do patrimônio edificado tem que buscar uma sinergia das ações através da mobilização de toda comunidade, formando uma consciência coletiva de reconhecimento e responsabilidade junto aos empreendedores e ao projeto. O desenvolvimento de políticas públicas e de parcerias são reconhecidamente de grande importância para assegurar o êxito dos empreendimentos e garantir a mudança cultural da comunidade no reconhecimento da valorização de um patrimônio urbanístico arquitetônico.&lt;br /&gt;Nesta sinergia, cabe às instituições de ciência e tecnologia desenvolver linhas de pesquisa que relacionem turismo e empreendedorismo em projetos de desenvolvimento local respaldado no turismo, como recurso para dinamizar as economias locais e avaliar os impactos gerados ao longo do tempo.&lt;br /&gt;O empreendedorismo cultural do patrimônio edificado deve contribuir para o desenvolvimento local sustentável do turismo pela qualidade e competitividade, objetivando, simultaneamente, a geração de benefícios sócio-econômicos para a região e a valorização e proteção do seu patrimônio urbanístico arquitetônico como elementos da riqueza de um povo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-8219622606292922363?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/8219622606292922363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=8219622606292922363' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/8219622606292922363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/8219622606292922363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2011/02/empreendedorismo-cultural-do-patrimonio.html' title='EMPREENDEDORISMO CULTURAL DO PATRIMÔNIO EDIFICADO'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-2796422325948314766</id><published>2011-02-10T18:58:00.001-03:00</published><updated>2011-02-10T19:01:14.065-03:00</updated><title type='text'>A CULTURA ÁRABE E O SERTÃO</title><content type='html'>“Somente pode ter a capacidade de bem dizer quem é capaz de bem pensar.”¹&lt;br /&gt;Por Nicolai Henrique Dianim Brion²&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É difícil imaginar que os repentistas sertanejos tenham alguma ligação com a cultura sarracena. E, no entanto, têm. As raízes dos poetas-violeiros do semi-árido estão fincadas na península ibérica de doze séculos atrás, dominada pelos mouros, em especial a Espanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como atribuir a uma comunidade que não participou efetivamente do processo de colonização do nordeste brasileiro as origens de uma das formas mais legítimas de manifestação cultural de seus artistas populares?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal fato pode ser explicado pelos 800 anos de domínio político sobre nossos colonizadores, isto é, os colonizadores do continente americano: espanhóis e portugueses. Um período tão significativo de ocupação gerou frutos importantes, em diversas áreas do conhecimento humano, embora os iberos tenham tentado dirimir a importância moura após sua expulsão da Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, pesquisas aprofundadas sobre o tema demonstram, com o auxílio de sólidos argumentos, que não há como negar a preponderância da cultura mourisca na arte do repente. De início, apontamos o dom e o gosto pelo improviso, típicos dos beduínos. Eles versejavam sobre o concreto, o cotidiano, quer fosse o sol escaldante do deserto, o frio congelante da noite, as batalhas sangrentas travadas ou simplesmente as vértebras de seus camelos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar, os estudos das tradições artísticas sertanejas costumam fazer referência às influências do movimento trovadoresco, surgido durante o Renascimento, e não percebem, contudo, o quanto a cultura muçulmana foi determinante para o surgimento do próprio trovadorismo. Isso se torna claro quando aprendemos que os árabes, assim como os trovadores da renascença: faziam uso do canto monódico, acompanhado por instrumentos; utilizavam o recurso das rimas; exaltavam o amor cortês; e eram elevados a altos níveis sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderíamos ainda descrever as contribuições dos sarracenos para o enriquecimento dos instrumentos musicais europeus, mais uma prova da influência daquele povo, que pode ser hoje sentida pelo repentista nordestino, mesmo que não tenha plena consciência disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que temos uma ampla dívida para com a comunidade árabe, em muitos segmentos, não apenas no que diz respeito à cultura. Por ora, quando ouvir a beleza da poesia dos trovadores e repentistas, seja nas ruas e praças, seja em festivais regionais ou internacionais, lembre-se de agradecer também ao oriente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;شكرا (Shucran)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Luis Soler, autor de “Origens árabes no folclore do sertão brasileiro”, livro no qual o presente texto se baseia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Nicolai Henrique Dianim Brion é especialista em linguística e professor de língua inglesa do IFCE, campus de Quixadá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-2796422325948314766?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/2796422325948314766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=2796422325948314766' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/2796422325948314766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/2796422325948314766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2011/02/cultura-arabe-e-o-sertao.html' title='A CULTURA ÁRABE E O SERTÃO'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-7712945151251951900</id><published>2011-02-04T10:02:00.003-03:00</published><updated>2011-05-13T18:17:34.572-03:00</updated><title type='text'>LAZER E RECREAÇÃO</title><content type='html'>TEXTO EXCLUÍDO&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-7712945151251951900?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/7712945151251951900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=7712945151251951900' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/7712945151251951900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/7712945151251951900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2011/02/lazer-e-recreacao.html' title='LAZER E RECREAÇÃO'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-277934372733272237</id><published>2011-01-13T10:08:00.001-03:00</published><updated>2011-01-13T10:12:31.259-03:00</updated><title type='text'>Planejamento Regional para o Sertão Central?</title><content type='html'>Escrito por Alexandre Queiroz Pereira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na aurora do século XXI, o aglomerado regional polarizado por Quixadá demonstra, assim como na maioria dos arranjos desta natureza no Ceará, fragilidade e altos índices de dependência do entorno em relação ao polo. Esse modelo de planejamento mina a possibilidade de uma integração a partir do compartilhamento de funções e inviabiliza trocas intermunicipais mais equilibradas. Um ciclo vicioso se consolida: os municípios satélites não se dinamizam pela concentração de funções do polo, e concomitantemente, o polo concentra mais funções porque atrai os fluxos dos demais municípios. O que salta como possível solução para tais questões são políticas públicas baseadas na distribuição de funções complementares entre os referidos municípios. &lt;br /&gt;Mudança recente no perfil regional se deve à concentração em Quixadá de serviços educacionais de nível superior, técnico e tecnológico. Além do campus avançado da Universidade Estadual do Ceará (FECLESQ) e dos campi da Faculdade Católica Rainha do Sertão, atualmente, na sede municipal instalaram-se os campi da Universidade Federal do Ceará (UFC) e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFCE). Em alguns discursos e propagandas locais, a Cidade aparece com uma função especializada: a “cidade universitária do sertão”. De fato, estas instituições geram um fluxo migratório de professores e alunos que se instalam sazonal e definitivamente na cidade. Estes novos sujeitos requerem um conjunto de novos serviços e mercadorias que diversificam a base econômica e cultural da cidade e da região. &lt;br /&gt;Seria, a partir deste momento, uma nova virada socioeconômica e cultural em Quixadá, assim como acontecera à época da construção do Cedro? Todavia, mais uma vez as políticas públicas preferem a concentração à complementaridade de funções intermunicipais. Vale ressaltar que quanto mais se concentram funções, atraindo maior contingente populacional (permanente ou não), maior demanda por serviços sociais são criados, causando impactos de maneira a sobrecarregar as já precárias condições infraestruturas intraurbanas, sociais e ambientais existentes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-277934372733272237?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/277934372733272237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=277934372733272237' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/277934372733272237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/277934372733272237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2011/01/planejamento-regional-para-o-sertao.html' title='Planejamento Regional para o Sertão Central?'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-4265335446327899194</id><published>2011-01-03T17:27:00.001-03:00</published><updated>2011-01-03T17:28:31.455-03:00</updated><title type='text'>O patrimônio material e as novas políticas/práticas de preservação de bens culturais</title><content type='html'>Por Aterlane Martins&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em texto anterior escrevi, apresentando um breve panorama da política oficial de preservação do patrimônio cultural no Brasil, destacando as transformações ocorridas desde antiga noção de patrimônio histórico e artístico à sua conotação atual, cujo foco ampliado baseia-se na noção antropológica de cultura, portanto denominado-o patrimônio cultural, mais amplo e integrado conceitualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No presente texto apresento mais particularmente alguns aspectos dos bens materiais buscando relacioná-los, em sua trajetória e no contexto contemporâneo, às políticas públicas de patrimônio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os bens de “pedra e cal’’, assim referidos pela socióloga Maria Cecília Londres Fonseca, referem-se comumente aos bens móveis e imóveis e podem ser identificados entres outros como edifícios civis ou religiosos, públicos e privados (residências, templos, engenhos, cemitérios, teatros, casas de câmara e cadeia etc.), monumentos (estátuas, obeliscos, bustos etc.), objetos (de arte, de culto, utilitários, decorativos, móveis etc.), bibliotecas e arquivos (conjuntos documentais de valor histórico ou artístico), monumentos naturais e paisagens (jardins, montanhas, rios, reservas ecológicas etc.), bem como artefatos arqueológicos ou paleontológicos (urnas funerárias indígenas, ruínas de construções, fósseis etc.), entre outros, desde que sejam assim considerados pela sociedade e devidamente “consagrados” através do tombamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 1937 até então, estes bens são protegidos pelo instrumento jurídico do Tombamento. Contraditório em si, por ter o poder de cessar o direito à propriedade privada em detrimento do “interesse social”, este instrumento legal foi inicialmente utilizado com a força “policialesca” que lhe é própria – mas que verificou-se inapropriada. Esta foi a marca conflituosa que durante muitas décadas figurou no imaginário social sobre a preservação do patrimônio cultural e sobre a instituição que a executa, o IPHAN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas na década de 1970, na gestão de Aloísio Magalhães no IPHAN, as práticas de preservação buscaram uma real aproximação com a comunidade. Assim o foi nos exemplos dos Seminários realizados em Ouro Preto e Olinda quando pela primeira vez a população local foi ouvida e pôde efetivamente participar da política preservação do seu patrimônio cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais paradoxal que possa parecer esta ainda é uma situação recorrente quando, sobretudo o poder público municipal, inicia sua prática preservacionista. Além das “novas políticas” darem continuidade à prática impositiva da preservação que afasta a população deste bens e impede os eu uso social, é comum percebermos que a sociedade também guarda esse imaginário e o reproduz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o instrumento jurídico de proteção, o tombamento, permaneça o mesmo, as ações dele decorrentes mudaram acompanhando as transformações sócio-históricas que inseriram um novo entendimento sobre a proteção e a gestão dos bens culturais tombados, ou seja, uma preservação onde a sociedade participa efetivamente usando e ressignificando estes espaços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em exercício de pesquisa, recentemente levado a cabo com os alunos da disciplina Cidadania e Patrimônio do curso técnico em Guia de Turismo do IFCE, pude constatar algumas destas permanências no que tange a compreensão sobre os bens materiais e sua proteção, particularmente na cidade de Quixadá. Contudo, algumas boas apropriações das práticas contemporâneas e o desejo de participação no processo preservacionista foram demonstrados pelos referidos alunos. Este, porém, é assunto para um texto seguinte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-4265335446327899194?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/4265335446327899194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=4265335446327899194' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/4265335446327899194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/4265335446327899194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2011/01/o-patrimonio-material-e-as-novas.html' title='O patrimônio material e as novas políticas/práticas de preservação de bens culturais'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-7846226155075281286</id><published>2010-12-10T16:03:00.001-03:00</published><updated>2010-12-10T16:05:03.244-03:00</updated><title type='text'>Imagem e Turismo no Ceará</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;Por Eduardo Lúcio G. Amaral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Identidade é uma construção intencional, de conteúdo ideológico, que busca maiores ou menores conexões com a cultura. Sabemos que nem tudo que pertence ao universo da cultura interessa ser apropriado pelo discurso da identidade. Além de intencional, a idéia de Identidade também guarda um sentido instrumental: identidade que serve para um determinado propósito.&lt;br /&gt; Não há como desvincular o estudo dos discursos acerca da Identidade (no caso, da identidade cearense) de uma imagética a ela relacionada. O discurso da identidade cearense surge na literatura e na historiografia, por volta da década de 1860 e, apesar das muitas reelaborações que vem sofrendo ao longo das décadas, guarda um fundo comum. Esse fundo comum está ligado à permanência de uma imagética relacionada ao mundo natural e à civilização sertaneja daí resultante.&lt;br /&gt; Desde sempre, a literatura e a historiografia evocam um Ceará impregnado de natureza inóspita e hostil. Dela resulta uma civilização em que o homem tem, não somente que lidar, mas que lutar contra a natureza. Ele é, em última instância, visto como um resistente, “um forte”, diante da natureza ameaçadora.&lt;br /&gt; Entretanto, por mais que envide esforços para essa resistência, o homem cearense (e sertanejo, e nordestino) nem sempre alcança o domínio completo sobre a natureza. Aliás, muito pelo contrário. Quando a estiagem, a seca, irrompe em toda a sua fúria, a desgraça humana se revela em toda a sua plenitude. É desta “calamidade climática” que nasce o imaginário brasileiro acerca do Ceará. Da mesma maneira, é este o Ceará que os cearenses divulgaram para o sul do país.&lt;br /&gt; As imagens de miséria, abandono, fuga, desolação povoam a cultura brasileira quando se trata de falar do Nordeste e do sertão. Embora o Nordeste e o Ceará não sejam somente isto, o imaginário popular tem dificuldades de imaginar um outro Nordeste e um outro Ceará que não fossem somente isto.&lt;br /&gt; A partir de meados da década de 1980, portanto há menos de trinta anos, a indústria do turismo estabeleceu-se definitivamente no Ceará. Como o turismo lida com bens de natureza simbólica, como projetar o sucesso do negócio num lugar impregnado por imagens negativas, de miséria e seca, tão vivas no imaginário do brasileiro médio?&lt;br /&gt; Necessário foi criar uma nova identidade para o Ceará. Mas, dado estar fortemente criado o vínculo com a imagética das secas, criou-se uma nova estratégia: desvincular “Fortaleza” do “Ceará”.&lt;br /&gt; A imagem de Fortaleza foi positivada através das várias campanhas publicitárias nacionais. Ao invés de capital da seca e da miséria, transformou-se numa cidade paradisíaca caribenha, com um povo afetuoso (indolente?), ingênuo (o mito do bom selvagem?) diante de uma natureza dócil e malemolente, crivada de coqueiros e ornamentada por um mar de eterno azul.&lt;br /&gt; No próximo post vamos procurar compreender as repercussões desta construção ideológica no curso do planejamento do turismo no Ceará e, em última instância, na própria situação de Fortaleza e do Ceará perante o imaginário brasileiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-7846226155075281286?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/7846226155075281286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=7846226155075281286' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/7846226155075281286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/7846226155075281286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/12/imagem-e-turismo-no-ceara.html' title='Imagem e Turismo no Ceará'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-9054143156410241107</id><published>2010-12-07T09:20:00.000-03:00</published><updated>2010-12-07T09:21:33.063-03:00</updated><title type='text'>Alunos do IFCE Quixadá ganham nove bolsas da Funcap/CNPq</title><content type='html'>Os alunos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) – campus de Quixadá foram contemplados com nove bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), por meio de edital da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap).&lt;br /&gt;As bolsas foram concedidas na categoria Iniciação Científica Júnior, com o objetivo de despertar nos estudantes o interesse por desenvolver atividades de pesquisa e extensão na área de ciência.&lt;br /&gt;Foram contemplados quatro projetos, dos cursos de Edificações e Guia de Turismo. Na primeira área, o projeto “Concreto com adição de resíduo de borracha de pneu para aplicações expostas ao ambiente, resistentes a variações térmicas elevadas” recebeu três bolsas. A orientação é do professor Francisco Alves da Silva Júnior.&lt;br /&gt;Também para o curso de Edificações, foram concedidas duas bolsas, para o projeto “Avaliação e adequação de habitações autoconstruídas no município de Quixadá/CE”. A orientação é da professora Karinna Ugulino.&lt;br /&gt;Já no curso de Guia de Turismo, cada projeto foi contemplado com duas bolsas. “Monitoramento das transformações socioespaciais no centro urbano de Quixadá” tem orientação do professor Alexandre Queiroz Pereira. “Determinação do potencial para a captação de água de chuva na microrregião do Sertão Central cearense” é o tema da pesquisa orientada pelo professor Lucas da Silva.&lt;br /&gt;As bolsas têm vigência de um ano. A participação dos alunos nas pesquisas começou mês passado e prossegue até novembro de 2011.&lt;br /&gt;Confira a relação dos alunos bolsistas:&lt;br /&gt;• Adail Alves Saraiva Junior (Edificações)&lt;br /&gt;• Amanda Lúcia André Sobral (Turismo)&lt;br /&gt;• Fiama Emanuela de Sousa Barbosa (Turismo)&lt;br /&gt;• Francisca Ádila Ferreira Pereira (Turismo)&lt;br /&gt;• Francisca Fabrícia Teodoro (Turismo)&lt;br /&gt;• Karla Loiola Maia Amaral (Edificações)&lt;br /&gt;• Priscila da Silva dos Santos (Edificações)&lt;br /&gt;• Sóstenes Saraiva de Sales (Edificações)&lt;br /&gt;• Thamara Kely de Sousa Fernandes (Edificações)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-9054143156410241107?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/9054143156410241107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=9054143156410241107' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/9054143156410241107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/9054143156410241107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/12/alunos-do-ifce-quixada-ganham-nove.html' title='Alunos do IFCE Quixadá ganham nove bolsas da Funcap/CNPq'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-840709877675258545</id><published>2010-11-22T10:05:00.001-03:00</published><updated>2010-11-22T10:07:54.061-03:00</updated><title type='text'>Brinquedos da memória: o melhor da infância</title><content type='html'>Por Daniel Pinto Gomes* aos 27 anos&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro dia a brincadeira: nascido em Fortaleza no dia 31 de dezembro de 1982 fui registrado natural de Sobral nascido em 01 de janeiro de 1983, sobre a confusão dos fatos, passo a lembrar-me de quando morávamos, eu, minha mãe e minha avó no edifício São Pedro, ou no castelo de Grayscow da Rua Ararius na Praia de Iracema. Era assim como chamávamos aquele prédio histórico tombado pelo município. As competições de comilança nas festas de aniversário, as desventuras e maus assombros naquele labirinto vertical, os pregos de elevador, as quedas pelas escadas em pega-pegas malucos, os esconderijos secretos e a literal quebra de vidraças.&lt;br /&gt;Apertando campainha e saindo correndo; vi primos maiores jogando ovo em ônibus, fumando escondido; pregávamos peça sobre o grande Spartacus, puxávamos cabelos uns dos outros e refazíamos amizades. Tive fobia de ficar aprisionado entre porta e parede pelos primos mais velhos; brinquei de gato mia, de teatro e ali ganhei meu primeiro futebol de prego, depois construí vários outros.&lt;br /&gt;Vi eclipse lunar nas escadarias da igreja. Falou-me os antigos de lobisomem, loura do banheiro, vi queimarem o Judas e montarem seu testamento, me apaixonei pelas mulheres mais velhas e tive medo da figura que era o Bobó. No Aterrinho da nossa atual prefeita, quebrei vidro de pipoqueiro desenvolvendo minhas lambanças no futebol, andei de bicicleta, brinquei de corrida de tampinha. Num clima de mistério cavávamos buraco pros outros cair. Dei mergulhos no mar do Espigão, de lá também, com minha mãe assisti uma competição de BodyBoard durante uma noite em que haviam grandes refletores clareando toda a praia.&lt;br /&gt;Por aquelas épocas fui à Quixadá, lá, na “casa” do tio Douglas, eu brinquei com sapo, escutei os grilos, mergulhei em açude, deslizei pelas valas de lama na chuva. Lá me falaram de saci, da caipora, vi o bumba-meu-boi, a Galinha choca, brinquei de esconde-esconde nos currais, vi a brincadeira do pau cagado, conheci Tamarindo e tive medo do Valdo.&lt;br /&gt;Na “casa” da tia Kátia e do tio Ivan, em Sobral, brinquei de bila e andei de bicicleta pela pracinha do quartel, lá também brinquei de Jô atrepa e paquerei com as meninas da minha idade, isso lá pelos doze treze anos. Quando mais pequeno, no chão de terra fizemos o enterro de um pinto, perambulei pelo mercado e fizeram-me medo do “véi” do saco. Também tomei banho no Buraco da “Véa”, na serra da Meruoca.&lt;br /&gt;Viajei para o Crato na carroceria da D-20 do Tio Odécio, a diversão era cuspir pra cima e com certeza nos melamos. Durante a noite a viajem ficou bastante fria, mas o céu extremamente estrelado. Ainda, lembro-me que aprendi a fazer bola de meia vendo o trabalho do Tio Marcus.&lt;br /&gt;Em Fortaleza, fomos morar no Álvaro Wayne quando uns 10 anos, larguei a mamadeira daí conheci outra “rua”, desta vez horizontal, ali brinquei de correr pelos telhados, de guerra de chiploc, de sardinha, de pular macaca, de futebol de botão, de chinela, de bola d’água, de esconde-esconde, de banco imobiliário, de castanha, de vôlei, de cruzamento, de cascudim, de soltar raia e correr atrás delas. Arranquei cabeça do dedo jogando bola na rua, criei peixes, pássaros e soldadinhos; assisti perplexo o assassinato de pássaros cometidos pelo Pito bom de mira na baladera; divulgamos a perna cabeluda, comíamos castanholas e quebrávamos as luzes dos postes.&lt;br /&gt;Já adolescente roubei e colecionei cabeças de pito de ferro, de plástico, de pressão, de Scania e de tirar válvulas; também colecionei latas, num instante em que se exauria uma espécie de cultura de consumo. Mas, tomei muito banho de bica na chuva e desmontei e montei bicicleta várias vezes; não mexia somente em catraca. Fui aos jogos do Fortaleza, pulei na TUF; criávamos QG em casas abandonadas, brincávamos de gangue e saíamos pra pichar muro.    &lt;br /&gt;Enfim, relembrar esses momentos divertidos da infância é fazer uma espécie de passeio ao passado, que nos traz elementos de questionamento sobre o presente e o futuro de nossa vida. Estes trechos de memórias lúdicas permitem ainda algumas reflexões sobre os jogos infantis e a cultura lúdica, assim, poderia, para isto, atermo-nos sobre o impacto do avanço da tecnologia, sobre o processo de mudança das rotinas ocasionado pela violência, pelo trabalho, pelo acelerado processo de urbanização e pela massificada comercialização que provisoriamente assolam o tempo e espaço de lazer na contemporaneidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Graduado em Educação Física (UECE), Especializando em Cultura folclórica aplicada (IFCE) e mestrando em Educação brasileira (UFC). Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE - Campi Quixadá) atuando nas seguintes áreas: Lazer, Cultura e Educação Física. danielpintogomes@hotmail.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-840709877675258545?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/840709877675258545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=840709877675258545' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/840709877675258545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/840709877675258545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/11/brinquedos-da-memoria-o-melhor-da.html' title='Brinquedos da memória: o melhor da infância'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-8519533437621803366</id><published>2010-11-01T18:49:00.000-03:00</published><updated>2010-11-01T18:50:18.018-03:00</updated><title type='text'>Bibliotecas Virtuais - Acesso Gratuito</title><content type='html'>Nosso blog, em sua coluna conecte-se, apresenta novos links que dão acesso a bibliotecas virtuais: Domínio Público, Virtual Books, Kata Livros, Cultural Brasil e Estudantes. São disponibilizados, gratuitamente, milhares de títulos nacionais e internacionais. Aproveite sem contra-indicações essa oportunidade, pois como dizia Mario Quintana: “os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não lêem”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-8519533437621803366?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/8519533437621803366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=8519533437621803366' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/8519533437621803366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/8519533437621803366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/11/bibliotecas-virtuais-acesso-gratuito.html' title='Bibliotecas Virtuais - Acesso Gratuito'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-8655753216389866092</id><published>2010-10-06T20:46:00.002-03:00</published><updated>2010-10-07T08:45:01.749-03:00</updated><title type='text'>Manifestações no/do Lazer</title><content type='html'>Por Daniel Pinto&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez fosse ora para abrir sobre algo infame, mas é vez de abrir para o sonho, o lírico, no estado real de efetivação das coisas. Falar de lazer é trazer a lembrança o dia que é hoje, em que também fazemos e acontecemos através do brincar, do se divertir.&lt;br /&gt;O lazer, uma “mercadoria” que vem sendo mal empregada e comercializada no Séc. XXI, é pura revolução do pensar, é ora livre das obrigações, contrapartida a cultura do trabalho, donde deveriam surgir as idéias mais bem quistas a emancipação humana. Mas é com o lazer tido como mercadoria que temos hegemonizado sua prática e matado todos os motivos locais.&lt;br /&gt;Averigüemos a concepção que tem ganhado os esportes no Brasil a partir da referência tomada pelos megaeventos (COPA E OLIMPÍADA) que acontecerão no país. Neste mote, além de construir com dinheiro público um espaço de lazer para a minoria da população, deixaremos de herança os grandes elefantes para que “uns Corinthians” das organizações privadas faça seus lucros. Além disso, alienando o lazer em via única de esportivização, que só é mesmo lazer para os que assistem, pois para os que jogam é trabalho, é lesão, é doping, é sobre-humano, é homem máquina, se é que assim podemos ser; esquecemos de nossas tradições, como o pega-pega, o esconde-esconde, os folguedos, as danças, o cinema, o teatro, a leitura, a arte literária, a música, dentre tantas outras manifestações do lazer.&lt;br /&gt;O real é que por esta comercialização deveríamos passar a meros espectadores-consumidores, nos eximindo da própria práxis; e assim seríamos os representativos aficionados telespectadores “globais” e não os jogadores, a platéia e não os artistas; somos a massa confundida com o poder de acesso aos bens comercializados, confundidos entre o ser e o ter, somos tidos como “aqueles que tem” e por isso “podem”, esquecendo-se totalmente do princípio revolucionário do lazer. O ser humano somente se faz na prática independentemente do dinheiro que possui. Mas, vejamos o lazer da criança, um alvo fácil da televisão e da indústria que a cada dia renova o lúdico na imposição de uma cultura descartável. A elas cabe apenas gerenciar seu engajamento através da compra das cartinhas, dos bonecos e das leituras dos filmes mais comentados.&lt;br /&gt;De certo que, tudo isso requer do ser humano uma releitura, não estamos somente a mercê do tempo somos o próprio tempo, não somos uma mera tabula rasa em que depositam as substâncias, tudo aquilo que fazemos durante nosso lazer é o que gostamos de fazer e o que idealizamos enquanto práxis. Daí atentarmos para a o pensamento crítico também na ora do consumo do lazer, pois somos os produtores do lazer nessa ora.&lt;br /&gt;Queremos que se diga que nossos campos suburbanos são tomados para a construção de Ap’s, as verbas públicas ao invés de destinar-se a construção de espaços para a prática social da maioria da população tomam o rumo dos cofres dos clubes esportivos, que somente sobrevivem na especulação do mercado de atletas.&lt;br /&gt;Para virar todo esse jogo é preciso driblar o “poder público” que investe no privado e individualiza todo nosso projeto de partida, devemos tomar como norte o ideal de investirmos na emancipação humana das comunidades. Urbanizando os arredores dos lagos, açudes, rios e praias, construindo praças públicas amplamente arborizadas, incentivando a leitura, democratizando o acesso aos livros, garantindo acesso e produção de cinema, apoiando as manifestações artísticas das classes populares e principalmente elevando o espírito crítico das pessoas no que diz respeito ao seu direito de lazer, que é também luta pela redução da jornada de trabalho e ainda pensamento e práxis reflexivas na arte de viver em sociedade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-8655753216389866092?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/8655753216389866092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=8655753216389866092' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/8655753216389866092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/8655753216389866092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/10/manifesto-sobre-o-lazer-total.html' title='Manifestações no/do Lazer'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-1351016650123748016</id><published>2010-09-17T09:16:00.001-03:00</published><updated>2010-09-17T09:17:51.661-03:00</updated><title type='text'>Breve trajetória da política federal de preservação do patrimônio cultural no Brasil</title><content type='html'>Por Aterlane Martins&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Historiador, especialista em Patrimônio Cultural pelo Programa de Especialização em Patrimônio – PEP Iphan/Unesco. É professor do curso Técnico em Guia de Turismo, IFCE-Quixadá, atuando nas disciplinas de Patrimônio e Cidadania, História da Arte e Manifestações da Cultura Popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando no final dos anos 1930 Mário de Andrade redigiu, a pedido de Rodrigo Melo Franco de Andrade, o Anteprojeto para o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – SPHAN, a noção de patrimônio ali esboçada apresentava-se já bastante abrangente, pois continha em seu texto desde os bens edificados até as manifestações da “cultura do povo”. Contudo, sabe-se que naquele momento, por diversas contingências, optou-se por uma ação preservacionista que primou pelo dito patrimônio de “pedra e cal”, restringindo-se a proteção legal através do instrumento jurídico do Tombamento, instituído pelo Decreto-lei 25/37. &lt;br /&gt; Posteriormente nos anos 1960, em consonância com as idéias difundidas pela Unesco em âmbito internacional, surge o Centro Nacional de Referências Culturais – CNRC, desenvolvendo trabalhos que buscavam o (re)conhecimento das manifestações culturais representativas da tradição popular.  Alçado por um grupo de intelectuais liderados por Aloísio Magalhães, que posteriormente viria a substituir Rodrigo de Melo Franco de Andrade na presidência do Iphan (1979-1982), verificou-se, naquele momento, um avanço significativo através das ações de identificação, registro e promoção do patrimônio cultural brasileiro através dos inventários e projetos realizados. Porém, persistia a barreira legal em face da aplicação restrita do Tombamento, de uso inadequado aos bens culturais “não consagrados”; hoje, ditos imateriais.&lt;br /&gt; Apenas na década de 1980, com a retomada da democracia e promulgação da nova Carta Magna do país é que se tem o reconhecimento legal do patrimônio cultural em sua amplitude. O texto constitucional, no artigo 216, assim define: “Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira”.&lt;br /&gt; Levaria ainda uma década para que efetivamente a política federal de preservação do patrimônio cultural brasileiro viesse a instituir, a partir do Decreto 3551/2000, o estatuto jurídico do Registro aplicado aos bens culturais de natureza imaterial, assim definidos pela Convenção para Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial: “as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas - junto com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares que lhes são associados - que as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural”. (Unesco, 1997)&lt;br /&gt; Atualmente a compreensão integral do patrimônio cultural parece ter alcançado os estatutos legais de proteção, haja vista os recentes entendimentos que têm apontado para o uso conjunto do Tombamento e do Registro nas ações de preservação. Outras iniciativas vêm sendo apresentadas, exemplo mais recente é a Portaria 217/2009 do Iphan que cria a chancela da Paisagem Cultural Brasileira, estatuto a ser atribuído à “uma porção peculiar do território nacional, representativa do processo de interação do homem com o meio natural, à qual a vida e a ciência humana imprimiram marcas ou atribuíram valores”.&lt;br /&gt; Com esta tríade de instrumentos legais, e todos os seus desdobramentos, busca-se uma proteção irrestrita do nosso patrimônio cultural, primando, sobretudo pela cooperação entre a sociedade e o Estado na gestão dos bens culturais. E de longe ouve-se ressoar as palavras de Mário de Andrade, cujos ensinamentos diziam: “A melhor guardiã do patrimônio é a comunidade”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-1351016650123748016?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/1351016650123748016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=1351016650123748016' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/1351016650123748016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/1351016650123748016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/09/breve-trajetoria-da-politica-federal-de.html' title='Breve trajetória da política federal de preservação do patrimônio cultural no Brasil'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-5069945661085828864</id><published>2010-08-26T09:49:00.002-03:00</published><updated>2010-08-26T09:54:59.871-03:00</updated><title type='text'>A Indissociabilidade do Contexto: O Significado como Fenômeno Social</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_9K5Te6C4BN4/THZj_mtxVoI/AAAAAAAAACg/EqA0E7dO63A/s1600/Shakespeare+in+the+bush.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 244px; height: 206px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_9K5Te6C4BN4/THZj_mtxVoI/AAAAAAAAACg/EqA0E7dO63A/s320/Shakespeare+in+the+bush.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5509701138509813378" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;por Nicolai Dianim&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A compreensão da contemporânea consonância dos fenômenos literários com outras espécies de mídia passa, obrigatoriamente, pelo enquadramento da literatura como um produto sócio-histórico-cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Schmidt (1990), a estética da recepção comprovou que os textos não são dotados de significação própria, singular, que é repassada aos leitores. Encará-los dessa maneira implicaria em reduzir ao extremo uma complexa relação formada por autor-texto-leitor, sem mencionar as infinitas variações contextuais em que essa tricotomia pode estar inserida.&lt;br /&gt;Os estudos marxistas, feministas e sócio-históricos em literatura claramente revelaram que os fenômenos literários, desatracados de sua origem e de seu locus em realidades sociais, tornam-se vítimas da arbitrariedade interpretativa. Os fenômenos literários são uma parte da “vida literária”, que, por sua vez, está integrada à vida social como um todo (ibidem, p. 4, tradução nossa).&lt;br /&gt;Um exemplo prático, bastante conhecido entre os estudiosos das ciências humanas, principalmente entre os tradutores, é a narrativa Shakespeare in the Bush (ou “Shakespeare no Mato”, em português), da antropóloga norte-americana Laura Bohannan.&lt;br /&gt;Embora o texto original, escrito em inglês, remonte à decada de 1960, recentemente, em 2008, foi traduzido para o português por Lenita Rimoli Esteves e Francis Henrik Aubert, da Universidade de São Paulo. Além da tradução, os pesquisadores investigaram a história por trás da criação do texto e indagaram alguns dos pressupostos teóricos da autora.&lt;br /&gt;Resumidamente, trata-se de uma incursão de Bohannan por uma tribo da África Ocidental, os Tiv, onde, entre seus estudos de antropologia, deparou-se com a chance de tentar provar a um amigo britânico que o entendimento de Shakespeare é universal à raça humana, isto é, independe das circunstâncias histórico-culturais que fazem parte de uma determinada sociedade.&lt;br /&gt;Vocês americanos – disse um amigo – freqüentemente têm dificuldade com Shakespeare. Afinal de contas, ele era um poeta tipicamente inglês, e é fácil interpretar o universal de forma equivocada por uma falta de entendimento do que é particular. Protestei que a natureza humana é praticamente a mesma em todo o mundo; pelo menos o enredo geral e a motivação das grandes tragédias seriam sempre evidentes – em qualquer lugar (…) Para pôr fim a uma discussão que não conseguíamos concluir, meu amigo me deu um exemplar de Hamlet para que eu o estudasse (…) ele esperava que a leitura elevasse minha mente, distanciando-a de seu ambiente primitivo, e que eu, por meio de prolongada meditação, atingisse a graça da interpretação correta (ESTEVES e AUBERT, 2008, p. 141, grifo nosso).&lt;br /&gt;Nota-se, na fala da pesquisadora, no mínimo, uma certa precipitação, ao afirmar que “a natureza humana é praticamente a mesma em todo o mundo”. É fato que o homem carrega uma carga genética básica que o diferencia de qualquer outro ser vivo, tornando-o, ao menos biologicamente falando, humano. Todavia, esse mesmo homem jamais foi um ser atemporal, anespacial ou insocial. Sendo assim, como Bohannan logo descobriria, o meio exerce, sim, grande influência nas possíveis leituras que se faz de um objeto e que, partindo de tal premissa, nunca se atingiria “a graça da interpetação correta”.&lt;br /&gt;Uma série de barreiras culturais e conceituais interpuseram-se entre a narração da história de Hamlet, pela antropóloga, e sua absorção pelos nativos africanos. Essas barreiras não lhes permitiriam, em tempo algum, ter as mesmas reações da norte-americana (ou da sociedade ocidental como um todo) diante da clássica tragédia de Shakespeare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questões que nos parecem óbvias, por exemplo, a indignação do jovem Hamlet diante do precipitado casamento de sua mãe com o cunhado, não são óbvias para a tribo. Para eles, o caminho mais natural seria a viúva se casar com o irmão do falecido, e o mais depressa possível, caso contrário ela não teria quem cuidasse de suas plantações (ibidem, p. 136).&lt;br /&gt;Ao retornar para casa, Bohannan levaria em sua bagagem uma valiosa lição:&lt;br /&gt;Algum dia – concluiu o velho, ajeitando a toga esfarrapada – você precisa nos contar mais histórias da sua terra. Nós, anciãos, vamos instruí-la sobre o verdadeiro significado delas, para que, quando você voltar para sua terra, seus anciãos constatem que você  não ficou sentada no meio do mato, mas sim no meio de gente que sabe coisas e que lhe ensinou sabedoria (ibidem, p. 158).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-5069945661085828864?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/5069945661085828864/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=5069945661085828864' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/5069945661085828864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/5069945661085828864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/08/indissociabilidade-do-contexto-o.html' title='A Indissociabilidade do Contexto: O Significado como Fenômeno Social'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_9K5Te6C4BN4/THZj_mtxVoI/AAAAAAAAACg/EqA0E7dO63A/s72-c/Shakespeare+in+the+bush.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-4115884917967915357</id><published>2010-08-11T15:08:00.004-03:00</published><updated>2010-08-11T15:28:13.381-03:00</updated><title type='text'>Interiorização do turismo e identidade regional</title><content type='html'>Por Eduardo Lúcio Guilherme Amaral&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;É inegável a condição protagonista da atividade turística no Ceará, consolidando-se como um dos nichos mais dinâmicos da nossa economia há, pelo menos, vinte anos. Passado tanto tempo, a economia do turismo local ainda possui o mesmo pilar fundamental: o sol e a praia, motivações aparentemente inesgotáveis para a manutenção do estado entre os principais destinos turísticos do país. Não há dúvida alguma de que o setor tenha se tornado mais organizado e competitivo, de maneira que nem a “descoberta” de novos filões de mercado, em outras praias tão bonitas e selvagens como as cearenses, foi capaz de abalar a hegemonia do estado nesta modalidade de turismo.&lt;br /&gt; O turismo que se faz no Ceará não compete diretamente, com aquele realizado em Pernambuco e na Bahia, como se tem pensado. Ali, o mercado se alimenta de outros nichos, como o do turismo cultural, aliás divulgado de maneira muito competente pelos órgãos oficiais. Nossos concorrentes mais próximos são os estados vizinhos, mas a imagem das belezas paradisíacas do Ceará tem se imposto com mais vigor na lembrança dos brasileiros. Obviamente, é desejável ampliar a qualidade do nosso produto: não apenas em razão dos melhoramentos materiais em equipamentos de hospedagem, estradas, aeroportos ou restaurantes, mas na diversificação mesmo da oferta turística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Parece inegável que o Ceará detém muito mais do que aquilo que nosso visitante costumeiramente é levado a experimentar. E, para além das praias, temos uma natureza diversificada, um povo criativo de sólidas tradições culturais e uma herança histórica e artística sem paralelo. Alguns estados brasileiros, como Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Sul sabem, muito mais do que nós, fazer deste potencial uma vantagem competitiva e, mesmo sem as nossas praias, colocarem-se afirmativamente no mercado turístico. E, olhando para eles, perguntamo-nos: quais as estratégias utilizadas para imporem-se num ramo praticamente desconhecido para nós: o do turismo cultural, ambiental e de aventura?&lt;br /&gt; Partindo do pressuposto de que o turismo é uma indústria de bens simbólicos (e não materiais), cuja mercadoria principal é a da experiência vivenciada, temos que considerar a importância das representações sociais acerca da região. E, neste caso, o grande empecilho para a interiorização do turismo no Ceará é a imagem negativa que se divulga do sertão. Neste caso, visto como lugar por excelência da miséria, da exclusão e do obscurantismo político. Percebam como esta imagem destoa daquela do litoral, que é o espaço do paradisíaco, do conforto e do prazer. Não haverá, assim, grandes perspectivas para a interiorização do turismo se a questão identitária não for devidamente esclarecida e renovada. É preciso, assim, divulgar para o mundo (e para nosso próprio conhecimento) o Ceará profundo, cuja marca maior é o da autenticidade das suas manifestações populares e da riqueza de sua terra.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Não é possível, no que diz respeito à formação de profissionais do turismo, passar ao largo deste problema. Mais do que simplesmente um acontecimento “natural”, os fluxos turísticos se orientam de acordo com as demandas intencionais dos agentes do mercado (formados pelas escolas profissionais) e é possível, neste sentido, despertá-los de seu sono ancestral para este potencial, que ainda jaz esquecido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-4115884917967915357?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/4115884917967915357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=4115884917967915357' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/4115884917967915357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/4115884917967915357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/08/interiorizacao-do-turismo-e-identidade.html' title='Interiorização do turismo e identidade regional'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-2174166113545452683</id><published>2010-07-21T10:17:00.002-03:00</published><updated>2010-07-21T10:21:25.583-03:00</updated><title type='text'>ESTIMATIVA DO POTENCIAL PARA CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA EM QUIXADÁ, CE</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.bicodocorvo.com.br/wp-content/gallery/escassez-da-agua-no-planeta-28-09-09/escassez-da-agua-no-planeta-4.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 353px; height: 298px;" src="http://www.bicodocorvo.com.br/wp-content/gallery/escassez-da-agua-no-planeta-28-09-09/escassez-da-agua-no-planeta-4.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por Lucas da Silva&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escassez de água potável tem se constituído num dos maiores problemas sociais do mundo atual, isso porque a população tem crescido numa proporção muito maior, que os mananciais hídricos do Planeta. Em muitas regiões, a falta de água está gerando a necessidade de se transpor água de lugares cada vez mais distantes, para garantir o abastecimento humano dos grandes centros urbanos e o desenvolvimento de atividades produtivas. Para a alcançar os resultados, utilizou-se uma série pluvial com quarenta e três anos (1965-2008), da localidade de Quixadá, CE. Os dados pluviais mensais e anuais foram analisados estatisticamente, sendo calculados as médias aritméticas, as medianas e os desvios padrão da média. As frequências dos dados anuais foram estimadas pela probabilidade empírica aos níveis de 25, 50 e 75% que acrescidos aos valores médio, máximo e mínimo formaram, para efeito deste estudo, seis “cenários”. Os principais resultados mostraram a existência de elevadas oscilações em relação à média esperada. As medianas mensais foram sempre menores que às médias e, portanto, o modelo de distribuição pluvial tem assimétrica positiva. A estação chuvosa dura cerca de três a quatro meses (de fevereiro a maio), a média da dispersão mensal, em relação às médias esperadas, foi de 77,6% e a anual de 38,0%. Admitindo-se o valor médio de anual de chuva, para as condições de Quixadá, o menor volume potencial de captação foi 24.150 litros (área de cobertura de 40 m2) e o maior de 60.375 litros, para as habitações com superfície de cobertura de 100 m2. Conclui-se que somente a partir de um estudo estatístico detalhado do regime pluvial, para cada local, será possível estabelecer, com elevada precisão, o potencial de captação de água de chuva.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-2174166113545452683?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/2174166113545452683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=2174166113545452683' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/2174166113545452683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/2174166113545452683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/07/estimativa-do-potencial-para-captacao.html' title='ESTIMATIVA DO POTENCIAL PARA CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA EM QUIXADÁ, CE'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-3162517406909485718</id><published>2010-07-06T14:36:00.000-03:00</published><updated>2010-07-06T14:41:03.277-03:00</updated><title type='text'>Viagens Turísticas perpassadas pelos valores da sustentabilidade</title><content type='html'>Profa. Débora Garcia&lt;br /&gt;Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará&lt;br /&gt;Campus Quixadá - Curso Técnico em Guiamento&lt;br /&gt;Universidade Aberta do Brasil - UAB - DEaD&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Representado pelos grands tours as viagens turísticas nas sociedades pré-industriais tinham um significado de desbravamento, contemplação e foco na experiência em si, porem vislumbramos hoje uma tendência da “indústria sem chaminés” uma massificadora das experiências das viagens. &lt;br /&gt;Contextualizando, temos que a sociedade contemporânea freqüentemente mostra-se de maneira hedonista e voltada para o consumo. Através dos pacotes turísticos as atividades ocasionalmente são propulsoras de grandes espetáculos, vazias de significado, utilitarista e a favor da lógica econômica do consumo segmentado. &lt;br /&gt;Em meio a uma sociedade que busca incessantemente o prazer em ciclo vicioso de imediatez e efemeridade, percebe-se que a viagem turística quando permeada pelos valores de sustentabilidade, propicia experiências de verdadeiros sentidos para o sujeito viajante, satisfação plena, logo que o sujeito torna-se protagonista da sua viagem. Atos próximos a valores criativos, autônomos, percebidos de sensações gratificantes, prazerosos, lúdicos e embasados no autoconhecimento.&lt;br /&gt;Logo que, no contexto de um mercado das viagens a motivação que estrutura o turismo é direcionada pelas teorias da administração clássica, cabendo um despertar desta analise a partir de uma profunda reavaliação do segmento por abordagens epistemológicas e filosóficas. Propiciando um tempo de encontro consigo mesmo, liberto do tempo do trabalho, o homem deve sair nas viagens em busca de um tempo repleto de sentido próprio, para tanto este homem obrigatoriamente precisa ser o protagonista desta experiência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, além de perpetuar o aprofundamento nos estudos do turismo a partir de paradigmas humanistas, necessitamos estender a idéia da sustentabilidade para o trade, comunidade, iniciativa publica e para o sujeito da viagem, o turista.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-3162517406909485718?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/3162517406909485718/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=3162517406909485718' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/3162517406909485718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/3162517406909485718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/07/viagens-turisticas-perpassadas-pelos.html' title='Viagens Turísticas perpassadas pelos valores da sustentabilidade'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-7530885422594905287</id><published>2010-06-25T08:26:00.000-03:00</published><updated>2010-06-25T08:27:40.777-03:00</updated><title type='text'>Reflexões sobre a Aquisição da Linguagem e sua Importância</title><content type='html'>Por Nicolai H. Dianim&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora determinadas ramificações das ciências linguísticas, como a neurolinguística, ainda tenham um longo a caminho a percorrer, os primeiros passos têm sido dados, especialmente no que diz respeito ao processo de aquisição da linguagem. Há, hoje, entre os estudiosos, um certo consenso de que a espécie humana, diferentemente de outras espécies animais, parece geneticamente programada para falar, e que esse processo parece seguir estágios bem organizados e progressivamente mais complexos, do balbuciar até a formação de pequenas frases.&lt;br /&gt;Neste ponto, é de fundamental importância diferenciar língua e linguagem. Linguagem pode ser definida como faculdade de expressão e comunicação, através de signos convencionados – ou seja, pode ser visual, gestual, até mesmo tátil. A língua, por sua vez, é uma possível manifestação da linguagem, por meio de signos vocais ou escritos comuns a um povo, a uma cultura.&lt;br /&gt;Caso não haja nenhum obstáculo ao desenvolvimento, nos primeiros anos de vida a criança terá condições de dominar plenamente a linguagem expressa no ato da fala. Mas falar para quê? Para quem? Por que falamos? Bakhtin (1987) defende a noção de inter-ação. Para ele, o sujeito que fala pratica ações que não conseguiria realizar a não ser falando; com ela, o falante age sobre o ouvinte, constituindo compromissos e vínculos que não pré-existiam à fala.&lt;br /&gt;Nesse sentido, o ato comunicativo deixa de ser visto apenas como transmissor de mensagens vazias e ritualizadas, segundo o estruturalismo de Jakobson (1970), e ganha status de instrumento de interação social, a partir do qual se torna possível a construção do conhecimento. Nas escolas, essa nova visão é essencial na redefinição dos papéis de professor e aluno, sobretudo na renovação do ensino de língua materna: estudar a norma culta sim, mas sem perder de vista o respeito aos falares coloquiais. Não há espaço em nossa sociedade para a perpetuação de mais um tipo de preconceito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. 2. ed. São Paulo : Hucitec / Petrópolis : Vozes, 1987.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JAKOBSON, Roman. Lingüística; poética; cinema. São Paulo: Perspectiva, 1970.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-7530885422594905287?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/7530885422594905287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=7530885422594905287' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/7530885422594905287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/7530885422594905287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/06/reflexoes-sobre-aquisicao-da-linguagem.html' title='Reflexões sobre a Aquisição da Linguagem e sua Importância'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-8702912581211669283</id><published>2010-06-08T11:08:00.005-03:00</published><updated>2010-06-08T11:15:22.670-03:00</updated><title type='text'>Campus Quixadá realiza II Ecotrilhas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_9K5Te6C4BN4/TA5QVUiLgjI/AAAAAAAAACY/3W5czEKKSqo/s1600/DSC01310.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_9K5Te6C4BN4/TA5QVUiLgjI/AAAAAAAAACY/3W5czEKKSqo/s200/DSC01310.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480406123776016946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 31 de maio os alunos do quarto semestre do curso de Guia de turismo, sob a coordenação dos professores Alexandre Queiroz, Francisca Góis e Lucas da Silva, realizaram o II Ecotrilhas: caminhos de Quixadá. Desta vez os convidados foram 45 alunos do 2° ano B e C da Escola Estadual de Educação Profissional de Quixadá (antigo Liceu). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_9K5Te6C4BN4/TA5PxlAC-LI/AAAAAAAAACI/Vpsb8B5TqkA/s1600/DSC01391.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_9K5Te6C4BN4/TA5PxlAC-LI/AAAAAAAAACI/Vpsb8B5TqkA/s200/DSC01391.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480405509720963250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Projeto de extensão consiste na realização de trilhas interpretativas, direcionadas aos alunos do ensino básico e técnico do município de Quixadá, os quais terão a oportunidade de estabelecer um contato saudável e educativo com o ambiente natural e urbano visitado. A abordagem pedagógica tem caráter multi e interdisciplinares, procurando contribuir para o desenvolvimento de uma consciência sobre a importância turística, cultural, educativa e sócio-econômica dessa atividade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_9K5Te6C4BN4/TA5QGcs5RxI/AAAAAAAAACQ/01i2IHYMs3k/s1600/DSC01346.JPG"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_9K5Te6C4BN4/TA5QGcs5RxI/AAAAAAAAACQ/01i2IHYMs3k/s200/DSC01346.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480405868270405394" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Promove-se também a criação de novas destinações urbanas e ecoturísticas, que permitem um desenvolvimento econômico e sustentável, compatível com a preservação ambiental. Desta forma, nossos alunos (futuros Guias de Turismo) praticam e aprimoraram seus conhecimentos técnicos. &lt;br /&gt;Confira nas fotos, as atividades...!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_9K5Te6C4BN4/TA5PinN75RI/AAAAAAAAACA/xxNsQK4xSc8/s1600/DSC01371.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_9K5Te6C4BN4/TA5PinN75RI/AAAAAAAAACA/xxNsQK4xSc8/s320/DSC01371.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480405252618052882" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-8702912581211669283?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/8702912581211669283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=8702912581211669283' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/8702912581211669283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/8702912581211669283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/06/campus-quixada-realiza-ii-ecotrilhas.html' title='Campus Quixadá realiza II Ecotrilhas'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_9K5Te6C4BN4/TA5QVUiLgjI/AAAAAAAAACY/3W5czEKKSqo/s72-c/DSC01310.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-7319334475980222242</id><published>2010-05-29T18:06:00.003-03:00</published><updated>2010-05-29T18:13:58.215-03:00</updated><title type='text'>NOSSAS PESQUISAS - BALANÇO HÍDRICO CLIMATOLÓGICO DA MICROBACIA DE DERNAGEM DO AÇUDE PEDRAS BRANCAS</title><content type='html'>O professor Lucas da Silva (Geógrafo) elaborou recentemente texto que efetuou a contabilidade hídrica (entrada-saída de água) na bacia de drenagem do açude Pedras Brancas, localizada no município de Quixadá, CE. A partir de uma série histórica mensal e anual de precipitação pluvial, correspondente ao período: 1965-2008 analisou-se estatisticamente, mediante cálculos de médias aritméticas, medianas, desvio padrão. De posse desses dados efetuaram-se os balanços hídricos climatológico, adotando-se a metodologia preconizada por THORNTHWAITE &amp; MATHER (1955), que considera a chuva e a evapotranspiração potencial (ETo) como as únicas fontes de suprimento e demanda de água. A ETo foi estimada pelo método de THORNTHWAITE (1948) e o balanço hídrico a partir do software desenvolvido por ALMEIDA (1998). Os principais resultados mostraram que existe uma elevada irregularidade na distribuição mensal e anual da precipitação pluvial na bacia de drenagem do açude Pedras Brancas. O balanço hídrico climatológico permite estimar e monitorar mensalmente as deficiências e os excedentes hídricos, auxiliando assim noo uso e manejo adequado na área da bacia de drenagem do açude Pedras Brancas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho foi apresentado em Encontro Regional especializado na temática!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-7319334475980222242?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/7319334475980222242/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=7319334475980222242' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/7319334475980222242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/7319334475980222242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/05/nossas-pesquisas-balanco-hidrico.html' title='NOSSAS PESQUISAS - BALANÇO HÍDRICO CLIMATOLÓGICO DA MICROBACIA DE DERNAGEM DO AÇUDE PEDRAS BRANCAS'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-153836947350693226</id><published>2010-05-28T13:40:00.006-03:00</published><updated>2010-05-29T09:34:03.587-03:00</updated><title type='text'>As Novas Vestes da Ditadura</title><content type='html'>Por Nicolai Dianim Brion&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de proceder à leitura do &lt;a href="http://www.letras.ufscar.br/linguasagem/edicao11/artigo12.pdf"&gt;texto do professor Gilvan Müller de Oliveira (2000)&lt;/a&gt;, não imaginava a dimensão do processo de gloticídio que tem sido parte da história deste país. Como cidadão brasileiro, posso afirmar que conheço os principais fatos ocorridos de 1500 até os presentes dias do século XXI. Entretanto, detalhes dos bastidores políticos que autorizaram, e de fato executaram, o extermínio da língua e da cultura – sem falar dos cidadãos – indígenas e estrangeiros, não nos foram ensinados nas escolas e universidades. Falhamos ambas as vezes: ao realizar e ao camuflar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refletindo sobre tudo aquilo que o autor traz ao nosso pensar, infelizmente percebo preocupantes semelhanças em outros campos culturais, alguns deles mais diretamente ligados à linguística, outros nem tanto. Analisemos dois deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao vasculhar a internet por notícias, como faço costumeiramente, deparei-me com a seguinte, na coluna Digital, do jornal O Globo, “&lt;a href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/12/14/projeto-de-lei-pretende-proibir-videogames-ofensivos-no-pais-915188685.asp"&gt;Projeto de lei pretende proibir videogames ofensivos no país&lt;/a&gt;”. No corpo do texto, aprendemos que o excelentíssimo senador Valdir Raupp de Matos (PMDB/RO) deseja aprovar lei que qualifica como crime a importação, fabricação, distribuição e comercialização de jogos violentos ou, segundo ele, jogos “ofensivos aos costumes ou às tradições dos povos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha maior curiosidade é saber quando os deputados e senadores, ilustres membros que elegemos para nos representar, vão deixar de fazê-lo de maneira tão ineficiente. Estúpida até, eu diria. Um quer proibir o improibível (Aldo Rebelo, deputado federal pelo PC do B/SP, com sua lei antiestrangeirismos), agora outro quer que o Estado desempenhe o papel educativo que deveria caber aos pais e mães deste país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes tenho a sensação de que querem controlar tudo, unificar tudo. Senhores legisladores, é hora de acordar. Jogar ou não jogar um jogo violento é uma escolha pessoal de cada um. Até onde eu sei, matar uma dúzia de alienígenas ou guerrilheiros num dispositivo que simula uma realidade completamente alternativa não constitui crime algum. Ou pelo menos não constituía, na época em que eu cresci jogando games.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os jogos eletrônicos, em sua maioria, já saem de fábrica com advertências em relação ao conteúdo, se próprio ou impróprio para uma determinada faixa etária. Cabe ao indivíduo, ou aos seus responsáveis, no caso de menor de idade, decidir se aquele determinado game deve ou não ser jogado. Além disso, caso tal proibição se torne realidade, ela nada mais será do que um novo incentivo à pirataria. Lastimável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra semelhança que imediatamente povoou meus pensamentos, durante a leitura do texto de Oliveira (2000), foi o nosso polêmico acordo ortográfico. Quer dizer, nem tão polêmico assim. Se tivesse sido, talvez ainda estivéssemos debatendo a seu respeito, e não decorando suas novas regras. Como na progressiva eliminação de nações e línguas indígenas, guardadas as devidas proporções, poucas vozes ecoaram contra mais um processo de homogeneização de cunho essencialmente político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A política do Estado brasileiro é deveras surpreendente. Fico aqui pensando, com meus botões, qual será o próximo utilíssimo Projeto de Lei que algum deputado ou senador, em sua ociosidade criativa, irá propor. Já que o país, embora notadamente heterogêneo em termos religiosos, reconheceu em outubro do ano passado &lt;a href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/10/08/senado-aprova-acordo-com-vaticano-767959739.asp"&gt;o estatuto jurídico da Igreja Católica&lt;/a&gt;, em acordo feito com o Vaticano, concedendo, entre outros privilégios, imunidade tributária à Igreja, não seria então a hora de pensarmos num Estado também homogêneo religiosamente? Fica a dica para os nobres parlamentares...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-153836947350693226?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/153836947350693226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=153836947350693226' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/153836947350693226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/153836947350693226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/05/as-novas-vestes-da-ditadura.html' title='As Novas Vestes da Ditadura'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-8344103054360411159</id><published>2010-05-17T22:21:00.000-03:00</published><updated>2010-05-17T22:22:23.976-03:00</updated><title type='text'>A Linguística nas Escolas</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Por Nicolai H. Dianim Brion&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É difícil definir o papel nas escolas de uma ciência cuja origem é relativamente recente, principalmente quando comparada às ciências clássicas, como a matemática ou a filosofia. Quase tudo em linguística ainda tem aquele cheiro de novo, especialmente em alguns campos de estudo a ela associados, como é o caso da sociolinguística, da psicolinguística e da neurolinguística.&lt;br /&gt;As pesquisas mais antigas em algumas dessas áreas datam da década de 1940, ou seja, ainda estamos engatinhando no que diz respeito às amplas possibilidades investigativas que se colocam à nossa frente. Mesmo a linguística de forma tradicional, quer dizer, dissociada de qualquer outra ciência humana ou biológica, tem pouco mais de um século de vida.&lt;br /&gt;Se ainda não há consenso entre os educadores sobre qual deve ser o papel hoje, nas escolas, de uma ciência milenar, como a filosofia, ou ainda, se a filosofia deve ou não ter algum papel nas escolas, o que dizer sobre a linguística?&lt;br /&gt;O estudo da língua portuguesa no Brasil, tradicionalmente, sempre foi muito gramático, muito normativo. Até os dias de hoje sabemos que isso é prática comum. Diversos professores, notavelmente os mais antigos, ainda querem abordar a língua através da gramática normativa. Desejam que seus alunos decorem regras que, aos seus olhos, não fazem nenhum sentido, e que façam centenas de exercícios completamente descontextualizados. E quem pode culpá-los? Não foi assim que eles aprenderam?&lt;br /&gt;Mudanças são com frequência motivo de desconforto, podendo até gerar traumas, se não forem bem planejadas e gradualmente implementadas. O professor “gramaticalista” recusa-se a conhecer novas teorias basicamente por dois motivos: por não dispor de tempo e/ou incentivo para buscar se inteirar das mais novas pesquisas em sua área do saber, ou, simplesmente, por não estar inclinado a alterar sua forma de trabalho, fruto de puro comodismo.&lt;br /&gt;Os professores da nova geração, isto é, aqueles que tiveram oportunidade de estudar linguística mais a fundo ao longo dos quatro ou cinco anos de faculdade, costumam ser mais abertos e veem a necessidade de novas abordagens ao ensino de língua portuguesa nas escolas, segundo uma visão mais analítica e contextual, própria da linguística.&lt;br /&gt;Embora esse seja um grande avanço, confessar a necessidade de mudança não é o bastante. O grande desafio reside em como promover alterações significativas no que está posto, ou, em outras palavras, como transportar o riquíssimo universo das teorias, debates e pesquisas mais recentes na área da linguagem, para a nossa prática docente, de modo que a fascinação e o interesse que sentimos ao ocupar as carteiras das universidades possam também fazer parte da vida dos nossos alunos.&lt;br /&gt;Por que não trabalhar leitura, compreensão e produção escrita sob o enfoque da teoria dos Gêneros Textuais, de Marcuschi? Ou pela ótica da teoria da Tipologia Textual, de Travaglia? Por que não permitir que nossos alunos ao menos saibam que essas teorias existem e o que defendem? Por que não promover um momento de debate, para que então tenham condições de optar pela que melhor atende às suas necessidades?&lt;br /&gt;Estudos como esses certamente contribuiriam de maneira muito mais eficaz para a formação de futuros cidadãos conscientes, críticos e aptos a enfrentar os múltiplos e complicados desafios da vida moderna, do que saber a classe gramatical de uma lista de palavras ou ecoar pelos seus anos de vida o som do preconceito linguístico.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-8344103054360411159?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/8344103054360411159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=8344103054360411159' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/8344103054360411159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/8344103054360411159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/05/linguistica-nas-escolas.html' title='A Linguística nas Escolas'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-6958026711948486070</id><published>2010-05-02T16:40:00.003-03:00</published><updated>2010-05-02T16:47:53.413-03:00</updated><title type='text'>Quixadá: a cidade e sua natureza</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_9K5Te6C4BN4/S93Wx7xd7VI/AAAAAAAAABo/d911OhPnjLY/s1600/DSC02042.JPG"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_9K5Te6C4BN4/S93Wx7xd7VI/AAAAAAAAABo/d911OhPnjLY/s320/DSC02042.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5466761676044758354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_9K5Te6C4BN4/S93WFTn-P6I/AAAAAAAAABg/Mw6bp0vsWsQ/s1600/DSC02014.JPG"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_9K5Te6C4BN4/S93WFTn-P6I/AAAAAAAAABg/Mw6bp0vsWsQ/s320/DSC02014.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5466760909353271202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Escrito por Alexandre Queiroz Pereira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quixadá, situado no Sertão Central do Ceará, apresenta-se como cidade a partir do século XIX. Em meio à organização do seu traçado urbano, a cidade se envolve na formação de seu exótico e exuberante relevo. Marcada pelas feições ligeiramente planas da depressão sertaneja, Quixadá apresenta formas diferenciadas. Os processos produtores das formas terrestres, tanto internos como externos, esculpiram conjuntos de afloramentos rochosos de médias e elevadas altitudes que podem chegar a mais de 650 metros. Os Inselberg, denominação científica para os populares monólitos, integram-se a paisagem dos aglomerados urbanos distribuídos por todo o território municipal. &lt;br /&gt;Da Sede, com seu patrimônio histórico, aos distritos mais distantes, os grandiosos paredões graníticos exibem-se com formas que levam o observador a viajar na imaginação.  São exemplos a galinha choca, repousando e admirando, eternamente, a bela e centenária barragem do Cedro; a Pedra do Cruzeiro que oferece a todos uma visão panorâmica do Sertão cearense; assim como o morro do Urucum que sedia o Santuário Nossa Senhora Rainha do Sertão, lugar de paz e reflexão espiritual. Os monólitos são tantos e tão variados que no suspiro de criatividade pode reinventar e redescobrir aparências nunca imaginadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Caatinga, às vezes densa, às vezes esparsa, promove junto a Cidade e aos Monólitos um habitat de seres vegetais e animais. Os vegetais demonstram firmeza e adaptação ao longo da estiagem, mas, verdejantes tornam-se ao sinal das primeiras gotas do céu. Os animais, lagartos, mamíferos e aves, encantam os olhares e ouvidos do espectador atento. &lt;br /&gt;Os vários dias ensolarados e a intensidade da energia solar, proporcionada pelo regime do clima semi-árido, interagem com a atmosfera e com as condições geomorfológicas produzindo condições propícias tanto para as trilhas e caminhadas como também para a prática de esportes radicais nas alturas.  &lt;br /&gt; Em Quixadá, o Homem pode além de admirar a imensidão da natureza, reencontrá-la em si mesmo. Sem esquecer que além dos monólitos e da caatinga, Quixadá é feita da história viva de milhares de sertanejos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-6958026711948486070?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/6958026711948486070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=6958026711948486070' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/6958026711948486070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/6958026711948486070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/05/quixada-cidade-e-sua-natureza.html' title='Quixadá: a cidade e sua natureza'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_9K5Te6C4BN4/S93Wx7xd7VI/AAAAAAAAABo/d911OhPnjLY/s72-c/DSC02042.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-4610915952543577776</id><published>2010-04-26T08:43:00.001-03:00</published><updated>2010-04-26T08:44:21.593-03:00</updated><title type='text'>NOSSAS PESQUISAS - A INTERIORIZAÇÃO DO TURISMO: OPORTUNIDADES (D)E ADEQUAÇÕES</title><content type='html'>O professor Nicolai H. Dianim Brion, linguista, desenvolve atualmente pesquisa sobre o recebimento de turistas falantes de inglês pelos hotéis do município de Quixadá. Logo abaixo, um resumo de seus escritos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maneira de se desenvolver e trabalhar com turismo tem mudado, especialmente nas últimas duas décadas. Destaca-se a criação do Plano Nacional de Municipalização do Turismo (PNMT) pelo Governo Federal, em 1987, o que possibilitou o crescimento de atividades turísticas em diversas cidades do interior do país. Regiões antes tidas como inóspitas ou que apresentavam baixa viabilidade para o recebimento de turistas – como o sertão nordestino, com seu áspero clima semi-árido – vêm conseguindo apresentar bons resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as modalidades turísticas alternativas de maior notoriedade, temos o ecoturismo e o turismo de eventos e negócios. No estado do Ceará, exemplo prático de resultados positivos na área do ecoturismo é o município de Ubajara, cujo parque nacional atrai centenas de visitantes todos os anos. Os municípios de Tejuçuoca e Guaramiranga, por sua vez, são exemplos de sucesso na organização de eventos. Este com o já consagrado “Festival de Jazz &amp; Blues”, enquanto aquele caminha firmemente para a consolidação do festejo “Tejubode”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade de Quixadá, no coração dos Sertões Cearenses, apresenta riquíssimo potencial turístico, em diversas modalidades – ecoturismo, turismo cultural, turismo religioso, turismo de esporte, apenas para citar algumas. Entretanto, sua enfraquecida infraestrutura urbana ainda representa um entrave ao pleno desenvolvimento desse segmento da economia. As dificuldades mais evidentes incluem um deficitário arcabouço de transporte e saúde, além de problemas mais direcionados à área do turismo em si, como a quase nula estrutura de agenciamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante do quadro ora exposto e havendo tomado conhecimento da presença de visitantes oriundos de outros países em terras quixadaenses, resolveu-se sair a campo e pesquisar, entre os maiores hotéis do município, de que maneira os turistas estrangeiros, especificamente aqueles falantes de língua inglesa (como língua nativa, segunda língua ou língua estrangeira), estão sendo recepcionados no tocante às suas necessidades linguísticas, isto é, se os hotéis dispõem de um aparato mínimo para bem atendê-los.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-4610915952543577776?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/4610915952543577776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=4610915952543577776' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/4610915952543577776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/4610915952543577776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/04/nossas-pesquisas-interiorizacao-do.html' title='NOSSAS PESQUISAS - A INTERIORIZAÇÃO DO TURISMO: OPORTUNIDADES (D)E ADEQUAÇÕES'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-6383497271987141683</id><published>2010-04-20T14:36:00.001-03:00</published><updated>2010-04-20T14:39:16.970-03:00</updated><title type='text'>Nossas Pesquisas - Reflexões sobre lazer, turismo e ócio na sociedade hipermoderna</title><content type='html'>Professora Débora Garcia, turismóloga, desenvolve suas pesquisas analisando as práticas turísticas na hipermodernidade. Confira o resumo de sua pesquisa atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este estudo aponta para reflexões sobre a viagem turística e a consciência do&lt;br /&gt;Lazer na hipermodernidade. Considerando que as viagens turísticas nas&lt;br /&gt;sociedades pré-industriais tinham um significado de desbravamento, contemplação&lt;br /&gt;e com foco na experiência em si, vislumbramos hoje uma tendência da indústria&lt;br /&gt;do lazer massificando as experiências de viagem. O objetivo do estudo é de&lt;br /&gt;verificar como a viagem turística, inserida na indústria do lazer pode se&lt;br /&gt;comprometer com os valores do ócio humanista no contexto da hipermodernidade. O&lt;br /&gt;estudo origina-se da investigação proposta pela pesquisa de dissertação de&lt;br /&gt;mestrado intitulada “sentidos da viagem turística na contemporaneidade” em&lt;br /&gt;desenvolvimento no Programa de Pós-Graduação em Psicologia, na linha de&lt;br /&gt;pesquisa sobre Ambiente, Trabalho e Cultura nas Organizações Sociais da&lt;br /&gt;Universidade de Fortaleza/UNIFOR, Brasil. No estudo utiliza-se das principais&lt;br /&gt;contribuições teóricas do sociólogo Gilles Lipovetsky (2007) para&lt;br /&gt;contextualizar a atual sociedade hedonista de hiperconsumo, dialogando com os&lt;br /&gt;estudos do Instituto de Ócio da Universidade de Deusto. Em meio a uma sociedade&lt;br /&gt;que busca incessantemente o prazer em ciclo vicioso de imediatez e efemeridade&lt;br /&gt;dentro de uma indústria de lazer, infere-se que a viagem turística quando&lt;br /&gt;permeada pelos valores de ócio autotélico, pode ocorrer satisfação plena,&lt;br /&gt;experiências de verdadeiros sentido para o sujeito viajante, logo que o sujeito&lt;br /&gt;torna-se protagonista da sua viagem. Atos próximos a valores criativos,&lt;br /&gt;autônomos, percebidos de sensações gratificantes, prazerosos,  lúdicos e&lt;br /&gt;embasados no autoconhecimento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-6383497271987141683?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/6383497271987141683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=6383497271987141683' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/6383497271987141683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/6383497271987141683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/04/nossas-pesquisas-reflexoes-sobre-lazer.html' title='Nossas Pesquisas - Reflexões sobre lazer, turismo e ócio na sociedade hipermoderna'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-3201261274841028744</id><published>2010-04-16T16:36:00.002-03:00</published><updated>2010-04-16T16:39:27.129-03:00</updated><title type='text'>Nossas Pesquisas - O papel das linguas estrangeiras na formação do guia de turismo</title><content type='html'>ESPANHOL COM FINS ESPECÍFICOS: PRÁTICAS NA AVALIAÇÃO E NA ELABORAÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA O CURSO DE GUIA DE TURISMO – QUIXADÁ/CE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo das pesquisas desenvolvidas pelo Prof. Cícero Anastácio Araújo de Miranda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O município de Quixadá está localizado a 164 quilômetros de Fortaleza, e faz parte da macrorregião turística do Sertão Central do Ceará. O Município destaca-se na área do turismo por possuir uma natureza diversa. Com o aumento da visitação, houve demanda para a profissionalização dos agentes atuantes do turismo da região. A partir dessa necessidade, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) oferta, desde 2007, o curso de Guiamento Regional Especializado em Atrativos Naturais. Dentro da formação desses profissionais foi incluído o ensino do espanhol como língua estrangeira. Dentre os muitos desafios presentes no ensino de uma língua estrangeira para fins específicos, está a avaliação e a elaboração de um material didático, suficientemente útil para tal objetivo. O presente trabalho tem como metas principais, avaliar os materiais didáticos disponíveis no mercado, levando em consideração a sua aplicabilidade na formação de guias de turismo; e encontrar os melhores caminhos a serem tomados, para a escolha de um material didático específico para tal fim. Com esses objetivos, buscamos fazer uma revisão bibliográfica do já existente sobre o assunto, que nos apresentasse um norte a ser seguido. Dessa forma, avaliamos três dos materiais mais usados em Fortaleza, por ser uma cidade que representa um núcleo de cursos de línguas. Observamos os conteúdos que pudessem ser voltados para a formação dos guias e, finalmente, ouvimos professores da área sobre suas dificuldades e práticas na produção dos materiais instrucionais de suas aulas nos cursos de Turismo. Como resultados, apresentamos as dúvidas e angústias desses professores, as nossas conclusões sobre os materiais avaliados e a proposição de um caminho a ser seguido, na formatação de materiais úteis para o ensino de espanhol para guias regionais e profissionais de turismo em geral.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-3201261274841028744?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/3201261274841028744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=3201261274841028744' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/3201261274841028744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/3201261274841028744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/04/nossas-pesquisas-o-papel-das-linguas.html' title='Nossas Pesquisas - O papel das linguas estrangeiras na formação do guia de turismo'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-8930378955911035569</id><published>2010-04-12T17:10:00.003-03:00</published><updated>2010-04-12T17:13:15.258-03:00</updated><title type='text'>PROJETO ECOTRILHAS: Caminhos de Quixadá contempla alunos do ensino da Rede Estadual de Ensino</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_9K5Te6C4BN4/S8N-yjjKIpI/AAAAAAAAABY/0mA3nN9UqGo/s1600/imagem.JPG"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_9K5Te6C4BN4/S8N-yjjKIpI/AAAAAAAAABY/0mA3nN9UqGo/s320/imagem.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459346580304437906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Projeto Ecotrilhas: caminhos de Quixadá promoveu a realização de trilhas interpretativas, direcionadas aos alunos do ensino básico e técnico do município de Quixadá, que tiveram a oportunidade de estabelecer um contato saudável e educativo com o ambiente visitado. O roteiro abrangia o centro do Município de Quixadá e o entorno do Açude do Cedro. A primeira edição ocorreu nos dias 08 e 09 de dezembro, envolvendo 82 alunos da Escola Estadual José Martins Rodrigues e ainda os alunos do Curso Técnico de Guia de Turismo do IFCE Campus Quixadá.  A atividade desenvolvida pelos Professores Alexandre Queiroz, Francisca Góis e Lucas da Silva, ambos do curso técnico de Guia de Turismo teve como objetivo geral despertar a imaginação geográfica e a consciência ambiental da sociedade local, através do desenvolvimento da prática didática turísticas dos caminhos urbanos e das ecotrilhas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-8930378955911035569?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/8930378955911035569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=8930378955911035569' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/8930378955911035569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/8930378955911035569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/04/projeto-ecotrilhas-caminhos-de-quixada.html' title='PROJETO ECOTRILHAS: Caminhos de Quixadá contempla alunos do ensino da Rede Estadual de Ensino'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_9K5Te6C4BN4/S8N-yjjKIpI/AAAAAAAAABY/0mA3nN9UqGo/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-7756992838094213754</id><published>2010-04-09T08:58:00.003-03:00</published><updated>2010-04-09T09:03:31.193-03:00</updated><title type='text'>Nossas pesquisas - Identidades regionais e turismo</title><content type='html'>O professor Eduardo Lúcio do Amaral, historiador, integrante do grupo de pesquisa, vem discutindo os temas identidades regionais e turismo. A seguir, um resumo de seus escritos sobre o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo principal da pesquisa é elucidar os vínculos entre o turismo, compreendido não apenas como atividade econômica, mas também como uma das necessidades do homem moderno, e as identidades regionais. Metodologicamente, busca-se a problematização do conceito de identidade, avançando nas relações históricas entre identidade e turismo. Finalmente, procura-se apontar dentre as especificidades dos sertões nordestinos, toda a gama de manifestações culturais que a singularizam no conjunto da cultura brasileira, fornecendo o embasamento para um intercurso entre a região e o turismo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-7756992838094213754?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/7756992838094213754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=7756992838094213754' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/7756992838094213754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/7756992838094213754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/04/nossas-pesquisas-identidades-regionais.html' title='Nossas pesquisas - Identidades regionais e turismo'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-3852962560964260675</id><published>2010-04-02T18:11:00.002-03:00</published><updated>2010-04-04T15:24:34.830-03:00</updated><title type='text'>Democratização das Possibilidades</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://muticom.org/files/2009/11/democratiza%C3%A7%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 360px; height: 375px;" src="http://muticom.org/files/2009/11/democratiza%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por Alexandre Queiroz Pereira, publicado no Jornal O Povo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na atualidade as manchetes vinculam uma “quase” unanimidade: o planeta vem perdendo drasticamente sua biodiversidade. A fauna e a flora, componentes de ecossistemas raros, são dizimadas dia-a-dia pela indústria, pela agropecuária e pela urbanização. Todavia, há outro grande problema não diretamente comentado: o desperdício cruel de potenciais talentos humanos. &lt;br /&gt;Há algumas décadas, a sociologia e a antropologia denunciam uma preocupante perca da sociodiversidade mundial. Quer dizer, inúmeras técnicas, costumes, ancestralidades, modos de vida dissolvem continuamente devido, principalmente, a expropriação dos povos nativos dos seus espaços (florestas, margens dos rios, sertão, zona costeira etc). Sabe-se que a cultura é uma manifestação social mutante, todavia, as transformações devem partir de uma escolha social e não de imposições, ou seja, a mudança enquanto possibilidade e não como pseudodestino (natural).&lt;br /&gt;Além das consequências drásticas retro mencionadas, ocorre outro movimento mais sutil, mas não menos sórdido: a usurpação das possibilidades de conhecer. Grande parte da humanidade deixa de existir diariamente sem acessar a imensidão de conhecimentos socialmente produzidos. Compreendemos que o conhecimento formal (escolas, universidades, centros de pesquisas etc) não é a única expressão sociocultural existente, contudo, jamais poderemos desprezar os conhecimentos químicos, físicos, matemáticos, histórico-geográficos, sociológicos e ambientais até aqui construídos. Também não seria sensato desprezar as várias esferas artísticas; a experiência dos grandes gênios da pintura, da música, do cinema, do teatro e da literatura. Pelo contrário, torna-se urgente democratizar toda essa produção social e com isso possibilitar que novos talentos surjam.&lt;br /&gt;Imaginemos quantos jovens brasileiros talentosos nem mesmo descobrem seus talentos. Nossa educação básica é falha e os meios de comunicação de massa (principalmente a televisão) reproduzem a mesmice e tolhem a criatividade. Aristóteles dizia que a matéria transforma-se a partir do movimento entre ato e potência. Somos ato sempre em potência de nos transformamos. O produto desde movimento, em grande parte, depende das condições socioeducacionais nas quais estamos emersos, circunscritos, embebidos e rodeados. É preciso elaborar mecanismos capazes de conduzir esse processo. Nosso País quer democratizar o acesso ao uso da internet em alta velocidade, mas não consegue propor políticas efetivas de barateamento dos livros.&lt;br /&gt;As funções da escola básica e os conteúdos disciplinares vêem constantemente sendo reduzidos a uma antecâmara do vestibular. Somente um período pelo qual todos devem passar. A literatura, as línguas, as ciências, as humanidades devem ser trabalhadas não para responder a uma prova, mas para possibilitar aos alunos um conjunto de escolhas e visões de mundo, para que daí eles mesmos possam construir as suas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-3852962560964260675?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/3852962560964260675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=3852962560964260675' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/3852962560964260675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/3852962560964260675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2010/04/democratizacao-das-possibilidades.html' title='Democratização das Possibilidades'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-158130264908834948</id><published>2009-10-15T10:09:00.003-03:00</published><updated>2010-04-04T15:28:41.077-03:00</updated><title type='text'>A tecnificação do homem ou a humanização das técnicas?</title><content type='html'>Escrito por Alexandre Queiroz Pereira, publicado no Jornal O Povo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A técnica e a tecnologia representam para muitos analistas sinônimos de modernidade e progresso.  Neste sentido, a educação técnica, e com isso, a formação de uma legião de técnicos concretiza o interesse de muitos que consideram tal fato como propulsor de melhorias nas condições de vida da população. Restam-nos, todavia, elaborar algumas questões: a técnica representa um fim em si mesmo? O homem tecnificado é sensível as condições sociopolíticas contemporâneas? A educação técnicas amplia ou fecha horizontes?&lt;br /&gt;A questão inicial gira em torno da inacreditável, mas divulgada, idéia de que há neutralidade nas técnicas. Estas são produzidas em pacotes e vinculam-se a interesses dominantes, principalmente, as forças do Mercado (e seus agentes principais o Estado moderno e as empresas). Tais segmentos sociais, politicamente organizam e divulgam padrões técnicos que consolidam modelos de consumo e relações sociais cotidianos.&lt;br /&gt;É sabido que as transformações econômicas, políticas, culturais e territoriais jamais alcançaram uma dinâmica tão intensa como no presente. Assim, os homens da técnica precisam ir além de sua formação robóticas, laboratorial, exata e racional; a eles é necessário confrontar o humanismo, a arte e o sensível.  O pensamento moderno um dia imaginou uma sociedade melhor apenas pela imposição da racionalidade aos diversos ramos da vida. No entanto, as duas grandes guerras mundiais do século XX, a destruição continuada dos ecossistemas terrestres e a ampliação da miséria, subnutrição e fome crônica, demonstraram que algo deu errado no plano modernizador.&lt;br /&gt;A educação técnica não se pode descartar. Não é este o argumento. Porém, a formação dos técnicos promovida por qualquer instituição (primordialmente, as públicas) deve proporcionar, em seus currículos, além do repasse competente dos procedimentos científicos, uma visão de mundo que supere o medíocre desejo de compor o mercado de trabalho. A sensibilidade é necessária. Formemos técnicos, mas também, humanistas utópicos esperançosos por mudanças em direção da justiça social.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-158130264908834948?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/158130264908834948/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=158130264908834948' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/158130264908834948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/158130264908834948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2009/10/tecnificacao-do-homem-ou-humanizacao.html' title='A tecnificação do homem ou a humanização das técnicas?'/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-5048717805474070230</id><published>2008-10-25T22:09:00.006-03:00</published><updated>2010-06-26T09:25:53.123-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-5048717805474070230?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/5048717805474070230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=5048717805474070230' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/5048717805474070230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/5048717805474070230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2008/10/barra-de-videos.html' title=''/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3545546842706417980.post-802617898367079574</id><published>2008-10-25T10:58:00.001-03:00</published><updated>2010-06-26T09:25:07.249-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3545546842706417980-802617898367079574?l=pesquisaturismoquixada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/feeds/802617898367079574/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3545546842706417980&amp;postID=802617898367079574' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/802617898367079574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3545546842706417980/posts/default/802617898367079574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisaturismoquixada.blogspot.com/2008/10/vamos-pensar-em-geografia.html' title=''/><author><name>Turismo, meio ambiente e desenvolvimento regional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10667458997255562718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
